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		<title>Blog do Labjor</title>
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		<title>Histórias e impressões em gravuras</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdolabjor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficina em Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Claro &#8211; escuro renascentista em pleno sertão, contraste barroco entre a alegria e a dor, imagem talhada pela fé, como se a vida fosse reinventada cada vez que fosse impressa, como Verônica imprimiu a face de um Cristo no tecido &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/31/historias-e-impressoes-em-gravuras/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9099&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/xilogravura.jpg"><img class="wp-image-9100 aligncenter" title="xilogravura" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/xilogravura.jpg?w=400&#038;h=300" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Claro &#8211; escuro renascentista em pleno sertão, contraste barroco entre a alegria e a dor, imagem talhada pela fé, como se a vida fosse reinventada cada vez que fosse impressa, como Verônica imprimiu a face de um Cristo no tecido de linho.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Imagens que só se completam quando entintadas e pressionadas sobre o papel, que de outro modo configuram apenas uma tábua marcada por escavações e cortes, flagelada pela dor que é criar, buscar todas as influências e lembranças possíveis, mergulhar no fundo mais fundo e trazer a idéia do traço que vai se transformar nessa imagem.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Gilmar de Carvalho</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">A xilogravura, uma das grandes representantes da cultura popular nordestina, foi uma das primeiras técnicas de gravação e impressão. Utilizada em capas de folhetos de cordel, sua gravação é feita sobre uma placa de madeira. Embora não haja um consenso sobre o período de origem da xilogravura, sabe-se que seu uso nos primeiros folhetos de cordel surgiram no final do século XIX e, desde então, transformou-se em um ícone da nossa produção artística.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-9099"></span></p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil só pôde desfrutar da xilogravura a partir de 1808, quando a Família Real veio para cá. Até então, era proibida a instalação de oficinas de impressão no País, alegando que a metrópole tinha condições de suprir a demanda da colônia. Algum tempo depois, houve uma tentativa oficial de ensino da xilogravura, abrindo-se a cadeira na Academia de Belas-Artes; entretanto, a disciplina nunca teve existência efetiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Em seguida, surgiu a chamada “gravura da arte”, com Lasar Segall, Osvaldo Goeldi e Livio Abramo. Esses artistas influenciaram, em maior ou menor escala, os gravadores e, principalmente, xilogravadores, que seguiam seu caminho. Entre eles, pode-se citar Renina Katz, Maria Bonomi, Marcello Grassman e Newton Cavalcanti.</p>
<p style="text-align:justify;">Influenciada pela capacidade de reprodução de uma imagem em grande escala, a xilogravura passou a ser associada a manifestações populares, possuindo, quase sempre, um caráter expressionista e figurativo. Hoje, ela atende a exigências estéticas modernistas e também contemporâneas e marca o trabalho de artistas como Audifax Rios e Rafael Limaverde, atraindo o interesse dos mais diversos públicos.</p>
<p style="text-align:justify;">O psicólogo José Vasconcelos Filho, por exemplo, é um dos admiradores dessa arte. Ele conta porque a considera peculiar e do plano de utilizá-la para fazer seu ex-libris. Ouça <a href="https://a248.e.akamai.net/swf.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F28307681&amp;&amp;remote_addr=10.20.3.72&amp;referer=">aqui</a>.</p>
<p>As imagens agradam por serem, ao mesmo tempo, simples e complexas. Fácil de fazer e até mesmo de improvisar – elas podem ser produzidas com uma batata ou melancia cortadas ao meio –, a xilogravura conquista cada vez mais adeptos em nosso Estado, e várias oficinas são oferecidas em Fortaleza. Também está em andamento a criação do Centro de Referência da Gravura no Ceará, que ficará localizado na casa em que nasceu Castelo Branco, na rua Sólon Pinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Eduardo Eloy coordenou, no ano passado, o curso Gravura – Oficinas em Rede, e acredita que a produção cearense tem potencial. “O Ceará já tem gravura de bom nível. Nossa produção é boa, já disse a que veio”, afirma. O artista <a href="http://bicicletapelomundo.com.br/xilofagia/frames.htm">Rafael Limaverde</a> é um grande exemplo – ele já realizou duas exposições individuais e desenvolveu logomarcas para a Prefeitura, como a do V Festival de Tetro de Fortaleza, abaixo:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/festival-de-teatrobanner.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-9102" title="festival de teatroBANNER" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/festival-de-teatrobanner.png?w=500&#038;h=119" alt="" width="500" height="119" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Veja galeria de xilogravuras <a href="https://plus.google.com/photos/100202414581594391736/albums/5676167802387118065/5676171488571667330?authkey=CJqhsMuwqMWi5AE&amp;banner=pwa">aqui</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora ainda sofra algum preconceito, a xilogravura tem conquistado respeito e admiração ao longo dos anos e, mais do que uma técnica de reprodução, transformou-se na representação impressa da história, da cultura e dos anseios populares.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Texto: Indira Arruda</em><br />
<em>Orientação: Profas. Adriana Santiago e Joana Dutra</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9099/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9099/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9099/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9099/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9099/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9099/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9099/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9099/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9099/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9099/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9099/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9099/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9099/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9099/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9099&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Misturas que dão certo</title>
		<link>http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/30/misturas-que-dao-certo/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 02:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdolabjor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficina em Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[A cultura brasileira é marcada pela mistura, retrato da miscigenação do seu povo. Prova disso é a música feita no País, principalmente aquelas que, mesmo carregadas de regionalismo, quebraram preconceitos e agradaram a todos por toda a nação, das Planícies &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/30/misturas-que-dao-certo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9091&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/foto12.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9092" title="foto1" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/foto12.jpg?w=390&#038;h=177" alt="" width="390" height="177" /></a><br />
A cultura brasileira é marcada pela mistura, retrato da miscigenação do seu povo. Prova disso é a música feita no País, principalmente aquelas que, mesmo carregadas de regionalismo, quebraram preconceitos e agradaram a todos por toda a nação, das Planícies Amazônicas às Campanhas Gaúchas.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi esse o caso dos nordestinos da Nação Zumbi, com Chico Science e seu manguebeat, e Alceu Valença, que mesclou o som da guitarra com a Dança de Coco. Há alguns anos, esses ritmos foram colocados à margem do cenário cultural cearense.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-9091"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Porém, apesar da lacuna no Estado, esse trabalho musical continuou a ser desenvolvido no Brasil. Bandas que hoje chamam atenção do público local, como Cidadão Instigado, Curumim, Marcelo Jeneci e Fino Coletivo, não são novatas no mundo da música.</p>
<p style="text-align:justify;">Com sonoridade diferente e de diversas partes do País, esses e outros grupos continuam a reinventar o cenário musical. Os ritmos tradicionais, como o maracatu, coco, samba, forró, carimbó, baião e sertanejo são misturados com o rock, o punk, blues e jazz e dão nova vida às noites brasileiras.</p>
<p style="text-align:justify;">A “mistureba” não é só para os que não empunham guitarras e violões. DJ’s também estão ousando e criando novos ritmos. Para eles, cabe misturar os sons regionais brasileiros com batidas eletrônicas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/foto22.jpg"><img class="size-full wp-image-9095 alignleft" title="foto2" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/foto22.jpg?w=500" alt=""   /></a>Mercado</strong><br />
Se o cenário da noite cearense era subutilizado, hoje a realidade começa a mudar. Apesar de ainda escasso, alguns lugares já se consolidaram como palcos tradicionais desses sons que levam a assinatura da miscelânea do povo brasileiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Há dez anos, os DJ’s Marquinhos e Guga de Castro criaram uma das mais tradicionais festas da cidade, que acabou se tornando inspiração para outras casas cederem espaço à música brasileira. O projeto Farra na Casa Alheira ocupa lugar de destaque na noite alencarina e apresenta o que há de melhor em bandas e discotecagem.</p>
<p style="text-align:justify;">A “Farra”, como é conhecida, já ultrapassou os limites da cidade e teve apresentações em festivais no Pará, na Paraíba, em Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal, além do interior cearense.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o DJ Marquinhos, que já não trabalha mais no projeto, o sucesso é uma questão de saber como trabalhar. “Esse é um mercado ainda muito restrito em Fortaleza, das grandes casas somente o Amici’s e o Acervo Imaginário abrem espaço para a música brasileira. Mas há público, tudo é questão de trabalhar o produto certo para o público certo e misturar. A MPB nunca morreu”, expôs o discotecário.</p>
<p style="text-align:justify;">O produtor musical Albert Agni, concorda que o cenário fortalezense não é dos melhores para a música brasileira, porém, o pernambucano vê na Capital um futuro promissor. “O mercado ainda não é bom, mas está em intensa expansão. Há seis anos trouxe a primeira banda para tocar em Fortaleza e depois disso não parei mais, tanto que montei uma produtora aqui. É um mercado que tem tudo para crescer, basta se descobrir”, apontou Albert.</p>
<p style="text-align:justify;">O produtor foi além, traçou uma diferença básica entre os cenários de Recife e o de Fortaleza, fazendo-o acreditar que um dos complicadores se dá por conta da cultura do cearense de preferir intérpretes a bandas autorais.</p>
<p style="text-align:justify;">“O povo de Recife vive de música, enquanto em Fortaleza se faz música por hobby, para amigos. Não tenho nada contra <em>cover</em>, aqui há muitas bandas boas. Porém, em Fortaleza não se cria, copia, e é o mercado que exige isso”, conclui.</p>
<p style="text-align:justify;">Além do Amici’s, com a “Farra”, o Acervo Imaginário é outro local onde as bandas autorais têm espaço para mostrar seu trabalho. A casa também apresenta intérpretes, assim como ocasionalmente faz o Órbita Bar. Para os que preferem acompanhar a ousadia dos DJ’s e suas misturas de ritmos, o Boteco do Arlindo e o Flórida bar também se destacam nesse cenário.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/foto32.jpg"><img class="size-full wp-image-9096 alignright" title="foto3" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/foto32.jpg?w=500" alt=""   /></a>Palavra de especialista<br />
</strong>O Brasil se fez de misturas e na música não foi diferente. É isso que destaca Pantico Rocha, músico e há quase 20 anos baterista do pernambucano Lenine.</p>
<p style="text-align:justify;">Fervoroso admirador da música brasileira e seu regionalismo, o instrumentista é direto ao dizer que não basta misturar para obter um resultado de qualidade. Para ele, a banda deve trabalhar mais que a introdução de um instrumento em seu grupo, mas saber se ele dará a sonoridade desejada.</p>
<p style="text-align:justify;">“Vejo muitas bandas colocarem instrumentos regionais só por colocar, para falar que é da terra. Não deve ser assim. É bacana misturar, mas o regionalismo tem que ser uma coisa a mais, algo que contribua para o som. A música deve ser universal e não apenas regional”, exclamou o músico, citando sempre o exemplo de Chico Science e Nação Zumbi, que levaram o manguebeat para todo o País, mesclando ritmos regionais, como o maracatu, com rock, <em>hip-hop</em>, funk e música eletrônica, fazendo uma música universalizada.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao avaliar o cenário artístico cearense, Pantico vê nas políticas públicas um alívio para a música brasileira no Estado. “Não quero fazer política, mas o cenário musical de Fortaleza melhorou muito com essa gestão da prefeitura. A cultura estava completamente esquecida pelos últimos governos e hoje, a Secultfor (Secretaria de Cultura de Fortaleza) investe muito mais que muitos estados brasileiros. Outro projeto governamental de destaque é o “Férias no Ceará”, do Governo do Estado, que está levando shows de grande relevância para o interior do Ceará”.</p>
<p style="text-align:justify;">Como nem tudo são flores, o cearense também fez duras críticas aos empresários locais. “Falta o apoio dos ricos, dos empresários. Eles não têm visão de negócio. Não vinculam suas marcas à cultura. Os engravatados não investem e com isso todos saem perdendo” concluiu.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Texto: Eduardo Buccholz</em><br />
<em>Orientação: Profas. Adriana Santiago e Joana Dutra </em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9091/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9091/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9091/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9091&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Graduada na Unifor publica livro em Portugal</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 21:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdolabjor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Marta Cruz foi a primeira aluno do curso de Jornalismo da UNIFOR a escrever um livro-reportagem como trabalho de conclusão de curso (TCC) / Foto: Thalyta Martins “Ao ler este livro, peço ao leitor que procure deixar de lado todos &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/27/9086/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9086&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/thalytamartins-20-copy.jpg"><img class=" wp-image-9087" title="ThalytaMartins (20) copy" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/thalytamartins-20-copy.jpg?w=410&#038;h=614" alt="" width="410" height="614" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Marta Cruz foi a primeira aluno do curso de Jornalismo da UNIFOR a escrever um livro-reportagem como trabalho de conclusão de curso (TCC) / Foto: Thalyta Martins</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;"><em>“Ao ler este livro, peço ao leitor que procure deixar de lado todos os seus preconceitos, todas as suas memórias e lembranças, e mesmo todas as suas ideias (pre)concebidas acerca deste caso. Peço-lhe que, quase de uma ‘forma virgem’, receba as informações aqui escritas com o intuito de entender a real intenção deste livro: perceber o que pode acontecer a qualquer um de nós, em qualquer momento, sem aviso prévio.”</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em> </em></strong>O trecho acima faz parte da apresentação do livro &#8220;As outras vítimas – Relatos inéditos das vidas atingidas pelo caso Casa Pia&#8221;, lançado em Portugal em novembro passado pela ex-estudante do curso de Jornalismo, Marta Cruz. Segundo a autora, em menos de um mês, a publicação alcançou o 3º lugar em vendas e, em dezembro, ocupava o 7º lugar no ranking de um site de literatura portuguesa.<span id="more-9086"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Marta, que é filha de pai português e mãe brasileira, se formou em 2011.1 e optou por fazer um livro-reportagem como trabalho de conclusão de curso. “As outras vítimas” reúne o depoimento de Marta e de um conjunto de parentes e amigos próximos do jornalista Carlos Cruz, pai da autora, acusado de envolvimento em um nebuloso caso de abuso sexual de crianças, em 2003, e que ficou conhecido em Portugal como o caso Casa Pia.</p>
<p style="text-align:justify;">Na época, a revelação na imprensa gerou uma comoção nacional, pois envolvia empresários, políticos e gente ligada aos meios de comunicação. Carlos Cruz é conhecido no País luso como “Senhor Televisão” devido à sua longa e bem-sucedida carreira em meios televisivos. Desde o início, declarou-se inocente. No entanto, a Justiça portuguesa o condenou a mais de um ano de prisão, período que aproveitou para preparar a sua defesa e escrever um livro contando como foi envolvido no escândalo e o sofrimento dos 15 meses que passou encarcerado. Também criou um site com depoimentos e documentação para provar a sua inocência.</p>
<p style="text-align:justify;"> <strong>O livro</strong></p>
<p style="text-align:justify;"> Sob a orientação do professor Alejandro Sepúlveda, Marta decidiu escrever o relato dos familiares, amigos e colegas de trabalho do pai em primeira pessoa, contando como eles vivenciaram a acusação, a pressão da mídia e os dias de prisão do jornalista. “O livro mostra que, quando uma pessoa é condenada por um crime e presa, todos aqueles que têm relações afetivas com ela, em alguma medida sofrem também a pena. E, quando o condenado se declara inocente, o depoimento vivo e pessoal de quem conhece o caráter do acusado por longos anos de convivência, ganha então uma dimensão valiosa”, acredita Sepúlveda.</p>
<p style="text-align:justify;">Voltar a reviver junto com parentes e amigos os momentos mais difíceis do processo foi uma das etapas mais complicadas, confessa a autora. &#8220;Não foi fácil por ser meu pai. Tive que reviver muitas coisas. Tentei botar para fora minha veia jornalística. Pior foi editar, escutar&#8221;. Mas, para ela, o resultado foi satisfatório. &#8220;Foi muito bom pra mim. Foi importante porque tem a ver comigo, tem a minha cara. É assim que eu me vejo&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro da ex-estudante inaugurou a modalidade livro-reportagem na disciplina de Teoria e método de pesquisa em Comunicação Social, no curso de Jornalismo da Unifor, e é também o primeiro a ser publicado por um aluno do curso. Marta tem planos agora de escrever um guia de imigração para o Brasil.</p>
<p><em>Texto: Marília Pedroza<br />
(<a href="mailto:mariliapedroza2@gmail.com">mariliapedroza2@gmail.com</a>)<br />
</em><em>Orientação: Prof. Alejandro Sepúlveda</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9086/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9086/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9086/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9086/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9086/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9086/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9086/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9086/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9086/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9086/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9086/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9086/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9086/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9086/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9086&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>[Ensaio] Bienvenido a España!</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 21:15:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Terra do vinho, do azeite, da literatura, de paisagens arquitetônicas e das famosas touradas, a Espanha é o cenário do ensaio desta semana. O contato com a natureza e o espírito aventureiro levou a fotógrafa Giselle Nuaz, estudante de Jornalismo &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/27/ensaio-bienvenido-a-espana/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9069&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p style="text-align:justify;">Terra do vinho, do azeite, da literatura, de paisagens arquitetônicas e das famosas touradas, a Espanha é o cenário do ensaio desta semana. O contato com a natureza e o espírito aventureiro levou a fotógrafa Giselle Nuaz, estudante de Jornalismo na UNIFOR, a explorar e conhecer todo o país de norte a sul em uma viagem de férias. No norte está viva a cultura das touradas que acontecem durante todo o verão e das grandes plantações de uva. Outra manifestação cultural que encantou a fotógrafa foi o pastoreio de grandes quantidades de ovelhas, lembrando-a de passagens bíblicas. Já no sul, perto da África, o povo tem uma alegria contagiante e estão sempre batendo palmas e escutando guitarra espanhola.</p>
<p style="text-align:justify;"> <em>Texto: Thalyta Martins e Giselle Nuaz</em><br />
<em>Fotos: Giselle Nuaz</em><br />
<em>Orientador: Prof Alejandro Sepúlveda</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9069/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9069/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9069/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9069&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Arte do instantâneo</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 18:32:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdolabjor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina em Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[  Inspiração para músicas, filmes, livros e até sambaenredo, a fotografia desperta paixão e está cada vez mais presente no nosso cotidiano. Muito além de uma reprodução por meio de exposição luminosa, ela se tornou uma arte, a arte de &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/27/arte-do-instantaneo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9064&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">
<div id="attachment_9065" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/fotografias-marcantes02.jpg"><img class="size-medium wp-image-9065" title="fotografias-marcantes02" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/fotografias-marcantes02.jpg?w=300&#038;h=187" alt="" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
</div>
<div style="text-align:justify;"> </div>
<div style="text-align:justify;">Inspiração para músicas, filmes, livros e até sambaenredo, a fotografia desperta paixão e está cada vez mais presente no nosso cotidiano. Muito além de uma reprodução por meio de exposição luminosa, ela se tornou uma arte, a arte de eternizar o momento, uma arte instantânea e natural, sem truques e única. Apesar dessa singularidade, desde o momento do clique, a fotografia possui vários significados, um para cada olhar ou momento.<span id="more-9064"></span></div>
<div style="text-align:justify;"> </div>
<div style="text-align:justify;">Antes restrita a um público reduzido, no século XXI as máquinas fotográficas e, consequentemente, as fotos, multiplicaram-se, contribuindo para a popularização da “arte do instantâneo”. Atualmente, é irreal pensar que uma pessoa não conviva diariamente com uma câmera. Hoje, ela cabe no bolso ou dentro de um telefone celular.</div>
<div style="text-align:justify;"> </div>
<blockquote>
<div style="text-align:justify;">Um dos primeiros instintos dos pais, depois de pôr um filho no mundo, é o de fotografá-lo; e dada a rapidez do crescimento torna-se necessário fotografá-lo com frequência, pois nada é mais transitório e irrecordável do que uma criança de seis meses, rapidamente apagada e substituída pela de oito meses e, depois, pela de um ano; e toda a perfeição que aos olhos dos pais um filho de três anos pode ter atingido não é suficiente para impedir que suceda a ela, destruindo-a, a nova perfeição dos quatro, só restando o álbum fotográfico como lugar onde todas essas perfeições fugazes se salvam e se justapõem, cada uma aspirando a um absoluto próprio incomparável. <strong>Ítalo Calvino</strong></div>
</blockquote>
<div style="text-align:justify;"> </div>
<div style="text-align:justify;">É esta evolução que empolga o fotógrafo cearense Carlos Eugênio Rocha. “Claro que guardo a nostalgia das máquinas analógicas, mas me animo ao ver todos com a possibilidade de fotografar. É impressionante como surge material de qualidade partindo de câmeras que você nem imagina”. Contudo, o profissional vê uma disputa no mundo da fotografia. Uma vertente abole o avanço tecnológico, enquanto outra, na qual declaradamente faz parte, vê com entusiasmo a realidade atual.</div>
<div style="text-align:justify;"> </div>
<div style="text-align:justify;">
<div><strong>Vida de fotógrafo</strong></div>
<div><strong></strong> </div>
<div>
<div id="attachment_9066" class="wp-caption aligncenter" style="width: 221px"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/261859_10150225268053790_641148789_7263054_878611_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-9066" title="261859_10150225268053790_641148789_7263054_878611_n" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/261859_10150225268053790_641148789_7263054_878611_n.jpg?w=211&#038;h=300" alt="" width="211" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Fotógrafo Carlos Eugênio / Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
</div>
</div>
<div style="text-align:justify;">
 </p>
<div>Carlos Eugênio nasceu em uma família apaixonada pela fotografia. Desde criança, seu contato com as câmeras, ainda gigantescas e pesadas para um garoto, aconteceu por meio de seu pai, que compartilha da profissão e serve como inspiração. “Nas mais remotas lembranças da minha infância, lembro de conviver diariamente com uma câmera. Meu pai, que até hoje trabalha no meio, é um apaixonado por fotografias e por fotografar, sendo assim acabava levando isso para casa. Lembro dele fotografando todos os momentos da minha vida, hoje chegou a vez das netas passarem por isso”, assegurou Carlos, que não esconde de onde surgiu sua paixão pela profissão: “Surgiu naturalmente. Não sei se está no meu DNA, se foi a presença constante da fotografia ou se a inspiração que tenho no meu pai. Mas ainda pequeno resolvi fazer isso e, também na infância, o acompanhava nos trabalhos”.</div>
<div> </div>
<div>Após fotografar na rua, hoje, Carlos Eugênio possui uma produtora e encara outro dilema na profissão. Para alguns profissionais da área, há uma ideia de que fotógrafo é aquele que fotografa a realidade, que está nos becos da cidade. Entretanto, existem aqueles que vivem de fotografar grandes momentos, contudo, momentos pessoais, como casamento ou aniversário. O cearense, que já esteve dos dois lados, trata isso com naturalidade.“Já estive na rua e hoje estou nos <em>buffet’s</em>. Claro que há uma diferença entre as duas coisas, mas é tudo fotografia. Falam que devemos fotografar a realidade, mas nunca ninguém me provou que o que eu fotografo hoje é irreal e imaginário. São vertentes, uma podemos chamar de fotojornalismo, a outra é a simples arte de guardar o momento. Isso acontece com os textos, nem todos possuem conteúdo jornalístico, e nem por isso há uma guerra entre os profissionais da língua”.</div>
<div>
<div>Amante desta arte e com laço emocional e profissional, Carlos não esconde que tem dificuldade para definir o que é a fotografia e tudo o que ela representa, mas, ainda sim, com brilho nos olhos e enquanto a mente viaja pelas fases de sua vida, ele tenta.</div>
</div>
<div>
<div>“Fotografia é o que mais se aproxima de uma das melhores criações de Deus, a memória. É ela que o jovem casal de namorados beija quando vão dormir. É ela que torna a saudade menos dolorida para um pai distante do seu filho. É ela que vale mais que mil palavras. Para mim, representa a vida, foi assim que meu pai sustentou sua família e é assim que eu sustento a minha. Essa é a arte do instantâneo”.</div>
<p> </p></div>
<div><em>Texto: Eduardo Buchholz </em></div>
<div><em>Orientação: Profas. Adriana Santiago e Joana Dultra</em></div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9064/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9064/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9064/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9064/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9064/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9064/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9064/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9064/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9064/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9064/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9064/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9064/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9064/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9064/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9064&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>[Claquete] Tintin continua imberbe, mas com rugas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 21:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdolabjor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[A abertura de As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne começa em um estilo simples de desenho animado. Enquanto aparecem os créditos iniciais, o recurso envolve o telespectador, como uma premissa entusiasta da trama a seguir. Ao público, tal &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/25/claquete-tintim-continua-imberbe-mas-com-rugas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9057&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2011/12/claquete-2.jpg?w=150&#038;h=120&#038;h=120" alt="" width="150" height="120" /></p>
<p style="text-align:justify;">A abertura de As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne começa em um estilo simples de desenho animado. Enquanto aparecem os créditos iniciais, o recurso envolve o telespectador, como uma premissa entusiasta da trama a seguir. Ao público, tal estética pode parecer ligeiramente familiar – e não por acaso. Steven Spielberg, que dirige a animação, também já havia usado a receita em Prenda-me Se For Capaz. Peter Jackson (de O Senhor dos Anéis) encarrega-se de produzir o longa, para depois ocupar o posto de Spielberg como diretor –  a sequência das Aventuras de Tintin, que totalizará uma trilogia, já está sendo produzida. <span id="more-9057"></span></p>
<p>  </p>
<div id="attachment_9058" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/tintim-mca.jpg"><img class="size-medium wp-image-9058" title="tintim MCA" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/tintim-mca.jpg?w=300&#038;h=212" alt="" width="300" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p align="justify"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p align="justify"><span style="color:#000000;">A produção conta com o que há de mais moderno quando o assunto é tecnologia cinematográfica: animação por captura de movimento (o </span><span style="color:#000000;"><em>Motion Capture Animation</em></span><span style="color:#000000;">). Este método, usado em Avatar e Planeta do Macacos: A Origem, cria um personagem virtual, reproduzindo ao mesmo tempo as expressões de um ator real. O Tintin, interpretado pelo eterno Billy Elliot, Jamie Bell, traz consigo tamanha perfeição em detalhes, que evidencia até as rugas do herói imberbe. O que pode representar uma espécie de evolução cronológica do personagem, afinal, o Tintin idealizado por seu criador, Hergé, era um jornalista adolescente. Algo até plausível na década de 30, mas que talvez não caiba na ideia contemporânea do que é a adolescência e do que é o jornalismo. Contudo, tais hipóteses não brigam com as nuances idiossincráticas que identificam os personagens. Pelo contrário, os efeitos visuais misturam a realidade e a fantasia dos desenhos, arrancando comentários entusiasmados da plateia infantil. Um encantado “parece de verdade!”, é fácil de ouvir na sala de cinema. Mas vale uma ressalva: o roteiro intrincado, só que infelizmente sem muitas surpresas, pode confundir e dispersar crianças mais novas, embora a censura do filme seja livre. </span></p>
<p align="justify"> </p>
<div id="attachment_9059" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/tintin-movie.jpg"><img class="size-medium wp-image-9059" title="Tintin Movie" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/tintin-movie.jpg?w=300&#038;h=219" alt="" width="300" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><span style="color:#000000;">Outro aspecto a que Spielberg manteve-se fiel, foi a quase completa ausência de personagens femininos. Tintin parece até um </span><span style="color:#000000;"><em>workaholic, </em></span><span style="color:#000000;">sem tempo para relacionamentos. No entanto, pode-se chegar a outra conclusão: o foco de Tintin é outro porque ele simplesmente não pensa nessas “coisas”. Ele tem um faro incansável &#8211; mas é pela diversão da descoberta, o furo. Essa ausência de flerte com o feminino remete mais a uma infância de outrora, quando a sexualidade não era despertada tão precoce e gratuitamente. </span></p>
<p align="justify"><span style="color:#000000;">O espetáculo visual, adicionado à trilha sonora, bem ao estilo Indiana Jones, com uma sucessão &#8211; que parece interminável &#8211; de quedas, explosões e tirolesas, compõe um filme que é o que se espera. A impressão é que não surpreende tanto quanto poderia, entretanto, conserva as expectativas para a sequência da saga.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#000000;">Veja o trailer:</span></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/25/claquete-tintim-continua-imberbe-mas-com-rugas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/6AtsCD1JFEU/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p align="justify"><em>Texto: Manoela Cavalcanti<br />
(<a href="mailto:manu_satine@hotmail.com">manu_satine@hotmail.com</a>)</em><br />
<em>Orientação: Alejandro Sepúlveda</em></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter"> </div>
<p align="justify"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9057/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9057/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9057/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9057/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9057/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9057/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9057/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9057/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9057/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9057/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9057/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9057/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9057/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9057/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9057&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<media:content url="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/tintim-mca.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">tintim MCA</media:title>
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			<media:title type="html">Tintin Movie</media:title>
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	</item>
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		<title>Hip-Hop: a dança de periferia que conquistou o mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 18:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdolabjor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Expressões artísticas e musicais já atravessaram barreiras no passado, mas o hip-hop é bem mais que apenas música. É uma forma de vida que abrange movimento físico e expressão pessoal. O gênero artístico musical que surgiu na década de 1970 nas áreas &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/25/hip-hop-a-danca-de-periferia-que-conquistou-o-mundo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9049&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<div id="attachment_9050" class="wp-caption aligncenter" style="width: 279px"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/hiphop.jpg"><img class="size-medium wp-image-9050" title="hiphop" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/hiphop.jpg?w=269&#038;h=300" alt="" width="269" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p>Expressões artísticas e musicais já atravessaram barreiras no passado, mas o <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hip_hop">hip-hop </a></em>é bem mais que apenas música. É uma forma de vida que abrange movimento físico e expressão pessoal. O gênero artístico musical que surgiu na década de 1970 nas áreas centrais de comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque, destina-se àqueles que independente de cor, raça, sexo e estado social, viram no <em>hip-hop</em> uma forma de contestar as injustiças de um sistema que quer nos segregar de maneira sutil e fazer com que nos sintamos superiores uns aos outros – simplesmente pela tonalidade mais clara de pele, ou pela textura mais lisa do cabelo; pela delicadeza dos traços faciais ou pela clareza dos olhos.<span id="more-9049"></span></p>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">Para Gracylliano Santos, mais conhecido como Hotton, professor de <em>hip-hop</em> da <a href="http://www.robsonrodriguez.com/">Acadêmia de Dança Arte &amp; Movimento</a>, a principal diferença do<em> hip-hop</em> em relação as outras danças está na expressão. &#8221; Apesar das outras danças também terem muita energía, o<em> hip-hop </em>exige mais nos movimentos que são colocados mais força. Quem está de fora vendo o <em>hip-hop</em> ser dançado, sente toda a energia e a força que está sendo colocada&#8221;, explica.</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:left;"> </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:left;">
<div id="attachment_9052" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/frica_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-9052" title="FRICA_~1" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/frica_1.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:left;"> </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">O <em>hip-hop</em> se espalhou rapidamente pelo mundo devido às periferias, na década de 70 uma banda chamada <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Afrika_Bambaataa">Afrika Bambaataa</a> apareceu e começou a fazer shows inicialmente por Nova York e depois começou a expandir seus shows de <em>hip-hop</em>pelas periferias da cidade de Nova York, logo as pessoas se interessaram não só pela música, mas também pela dança.Além disso, havia os jamaicanos que, após o fim período de colonização, se sentiram livres e começaram a viajar pelo mundo; logo eles tiveram o contato com o <em>hip-hop</em>e incluiram a música e a dança nas suas manifestações artísticas e começaram a difundir o gênero pelo mundo durante as suas viagens, explica Santos.<span style="color:#000000;">Um ponto destacado pelo professor de <em>hip-hop</em> é o preconceito que o gênero sofre. &#8221;As pessoas acham que o <em>hip-hop</em> é dança de favelado e que só quem sabem dançar são pessoas negras, mas eu acho que tudo isso é preconceito, é ingnorância dessas pessoas&#8221;, desbafa Santos.  O professor ainda destaca que os própios grupos de <em>hip-hop</em> são muito fechados e que isso dificulta a expanção da dança. &#8221; Há muitas pessoas que querem que o<em> hip-hop </em>cresça, é lógico, mas também há muitas pessoas que querem essa realidade apenas para si. Existem muitos grupos que se fecham. Tudo na vida da gente tem uma competição, algumas pessoas querem ser professores, mas não querem ter concorrência&#8221; , destaca. </span></p>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"> </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<div id="attachment_9051" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/hiphoplgpix3.jpg"><img class="size-medium wp-image-9051" title="hiphoplgpix3" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/hiphoplgpix3.jpg?w=300&#038;h=198" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"> </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Outro ponto alto do gênero, são os &#8220;duelos de <em>hip-hop</em>&#8220;.  Santos explica que na verdade no universo do <em>hip-hop</em> não há &#8220;duelos&#8221; e sim &#8220;batalhas de <em>hip-hop&#8221; </em>onde grupos de dança são formados para competir aleatoriamente. A disputa começa quando os grupos começam a dançar desafiando um ao outro. O júri da &#8220;batalha&#8221; apenas observa o desenvolvimento de cada um dos grupos. O grupo vencedor é aquele que consegue desenvolver melhor os movimentos, que conheçe a música e que possui mais afinidade.</span></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"> </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">Destaques do Brasil</span></strong></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"> </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">Santos conta que um dos  responsáveis por trazer o <em>hip-hop</em> ao Brasil foi profissional de dança <a href="http://www.stilogangster.com.br/Marcelo_Cirino.html">Marcelo Cirino</a> da cidade de Santos, no estado de São Paulo. Ele foi aos Estados Unidos a fim de conhecer novas culturas e trazê-las ao Brasil.  Com a chegada de Cirino, vários professores de dança viajaram para Santos no intuito de aprender com ele o novo ritmo. Além disso, ele também realizou muitas viagens pelo Brasildivulgando não só o <em>hip-hop,</em>mas diversos estilos de dança. O grupo dele é o Dança de Rua do Brasil, existente há 18 anos.Fernando Teixeira também é outro profissional que se destaca na área. Assim como Santos, Teixeira começou a praticar <em>hip-hop</em> em grupos de dança de rua e hoje viaja para outros países representando o Ceará em competições de dança. &#8220;A vida dele mudou por causa da dança e ainda está mudando, estão acontecendo muitas coisas na vida dele, ele é um exemplo pro Ceará &#8220;, garante Santos. </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"> </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"><em>Texto: Rafayelle Rodrigues<br />
Orientação: Profas. Adriana Santiago e Joana Dultra. </em></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9049/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9049/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9049/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9049&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Das artes marciais à arte da dança</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 20:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdolabjor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que leva um karateca virar um dos dançarinos mais famosos da cidade?! Aos 28 anos, o educador físico e dançarino Diego Borges é considerado um dos profissionais de dança mais requisitados do Ceará. A dedicação às artes não começou &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/23/das-artes-marciais-a-arte-da-danca/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9026&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp" style="text-align:justify;"><a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/23/das-artes-marciais-a-arte-da-danca/#gallery-2-slideshow">Clique para exibir o slide.</a></div>
<p style="text-align:justify;">O que leva um karateca virar um dos dançarinos mais famosos da cidade?!</p>
<p style="text-align:justify;">Aos 28 anos, o educador físico e dançarino Diego Borges é considerado um dos profissionais de dança mais requisitados do Ceará. A dedicação às artes não começou com a dança, mas sim por meio de uma arte marcial, o Karatê. Ainda na faculdade de Educação física, Diego teve o primeiro contato com a dança de salão. Mas, na época, suas metas e objetivos estavam sendo centralizados para o Karatê. Chegou a conquistar medalha de bronze no campeonato mundial de 2005.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-9026"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Ao retornar a Fortaleza, Diego resolveu tirar férias do Karatê e decidiu entrar no projeto de dança de salão da Universidade Federal do Ceará, o &#8220;Dançar faz bem&#8221;, onde acabou se tornando professor, anos depois. O último contato com a arte marcial foi no Campeonato Panamericano de 2008, em que acabou sofrendo uma lesão em um dos dedos do pé esquerdo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pioneiro &#8211; West Coast Swing no Ceará</strong><br />
Em 2008, o dançarino começou a estudar mais sobre a dança que é considerada o &#8220;swing da costa oeste&#8221; &#8211; um ritmo originário da Califórnia criado nos anos 40/50 &#8211; e logo se tornou destaque na modalidade. Diego foi o primeiro nordestino que estudou WCS, o primeiro brasileiro a ganhar competição nos Estados Unidos e ainda o primeiro cearense a participar da Dança dos Famosos do Programa do Faustão (2011).</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/23/das-artes-marciais-a-arte-da-danca/"><img src="http://img.youtube.com/vi/BJEegnj6kBk/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>O ritmo, pouco divulgado em nosso país, é um dos mais interessantes, empolga-se Diego: &#8220;a vantagem dele em cima dos outros ritmos é que a música consegue evoluir muito rápido. Pode ser dançado com músicas <em>pops</em>. São músicas que todos escutam, não é preciso ir atrás de um cd com esse ritmo, quase todos nós temos em casa músicas <em>pops</em>.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Primeira competição</strong><br />
Pela falta de domínio com a língua inglesa, ele lembra que foi muito engraçado participar da competição estadunidense, além da coincidência entres nomes: Swing Diego é o título da competição. O evento, realizado em maio do ano passado, foi uma experiência nova e bem divertida: &#8220;eu viajei sozinho, todo mundo estava preocupado comigo e com meu inglês. Minha família e amigos me acompanhavam direto pela Internet&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">No Swing Diego, 130 homens e 130 mulheres participam da competição dançando uns com os outros e, por último, ficam 12 dançarinos na disputa. A sensação ao chegar à final, em dançar sozinho para um público grande e conseguir chegar à etapa mais importante, foram momentos únicos e jamais sentidos em outras ocasiões: &#8220;a sensação é muito boa. Eu competi karatê a vida inteira. Por eu estar muito pronto pro karatê, eu não sentia tanta emoção. Na dança, eu fiquei nervoso e muito emocionado.&#8221; Declara sorridente e satisfeito com a conquista.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<div id="attachment_9046" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/diego.jpg"><img class="size-medium wp-image-9046" title="diego" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/diego.jpg?w=300&#038;h=214" alt="" width="300" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Com Milena Toscano, parceira de Diego na Dança dos Famosos 2011</p></div>
<p><strong>Dança dos Famosos</strong></div>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;"><strong></strong>Ainda comemorando sua vitória nos Estados Unidos, Diego soube que não tinha muito tempo para aterrissar no Rio de Janeiro. A produção do programa do Faustão pediu para que chegasse no dia seguinte para se apresentar. Ele lembra que a correria foi grande, mas conseguiu chegar ao destino na hora: &#8220;eu corri para antecipar meu voo. Não consegui nem passar em casa. Foi muito corrido mesmo, mas foi muito bom. Uma fase inesquecível&#8221;.</div>
<p style="text-align:justify;">Um dos momentos mais difíceis era montar a coreografia. O dançarino pegava o CD em um domingo e na segunda tinha que apresentar à sua aluna a música e começar a montar a coreografia. Ele  não chegou até a final do quadro, mas garante que foi uma fase única, de muito aprendizado que abriu portas para outros trabalhos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sucesso</strong><br />
A música sempre esteve presente no lar familiar do educador físico, por isso não foi tão dificil ir adiante com a carreira de dançarino. O sucesso que veio rapidamente, logo após a sua participação no Danças dos Famosos, mudou a vida dele. Após a saída do programa, ele não imaginava que ia ter tanta repercussão, principalmente porque, no Ceará, existem professores que dão aulas há mais de 10 anos e ele, que está apenas com 5 anos &#8220;no mercado&#8221;, conseguiu crescer e desenvolver mais até do que outras pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Diego, a dança significa uma grande liberdade de se expressar: &#8220;dança é a liberdade de você ser quem realmente é. As pessoas, quando estão dançando, mostram seu lado real. Os tímidos ficam extrovertidos, o calmo vira garanhão&#8221;. Ele não parou por aí, o significado de dança também é algo voltado à arte: &#8220;a dança é a arte de transformar pessoas, é a arte de explorar o que cada um tem de melhor, é melhorar o que cada um já tem. Dança é mexer com mente, corpo e sentimento. É a arte de valorizar e descobrir o que cada um tem de melhor&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Surpresa</strong><br />
Pensando que a entrevista acabaria ali, Diego me convidou para ter a primeira aula de dança, disponível logo mais abaixo. Para quem quiser conhecer mais sobre o trabalho do dançarino é só entrar em contato através do e-mail: diegoborgeswcs@gmail.com</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/23/das-artes-marciais-a-arte-da-danca/"><img src="http://img.youtube.com/vi/qzwCf7t5fDk/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><em>Texto: Bárbara Sena</em><br />
<em> Orientação: Profas. Adriana Santiago e Joana Dutra</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9026/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9026/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9026/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9026/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9026/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9026/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9026/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9026/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9026/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9026/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9026/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9026/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9026/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9026/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9026&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>[Ensaio] Fotografia digital da natureza</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 21:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdolabjor</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[FOTOGRAFIA DIGITAL]]></category>

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		<description><![CDATA[O ensaio dessa semana foi realizado pelos alunos do curso de férias &#8220;Fotografia digital da Natureza&#8221; oferecido pelo curso de jornalismo da UNIFOR. Os fotógrafos Bruna Raphaella, Damião Soares, Márcia Lima e Thalyta Martins tiveram como cenário o campus da &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/20/ensaio-fotografia-digital-da-natureza/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9007&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/20/ensaio-fotografia-digital-da-natureza/#gallery-3-slideshow">Clique para exibir o slide.</a>
<p>O ensaio dessa semana foi realizado pelos alunos do curso de férias &#8220;Fotografia digital da Natureza&#8221; oferecido pelo curso de jornalismo da UNIFOR. Os fotógrafos Bruna Raphaella, Damião Soares, Márcia Lima e Thalyta Martins tiveram como cenário o campus da universidade com toda a sua diversidade de fauna e flora. As fotografias expressam a beleza das cores, das texturas e das formas, mesmo em um dia nublado, sob o olhar de cada fotógrafo.</p>
<p><em>Texto: Thalyta Martins</em><br />
<em>Orientação: Prof. Júlio Alcântara</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9007/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9007/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9007/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9007/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9007/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9007/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9007/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9007/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9007/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9007/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9007/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9007/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9007/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9007/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9007&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vida e Arte: Artistas de Rua</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 19:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blogdolabjor</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[arte urbana]]></category>
		<category><![CDATA[artista de rua]]></category>
		<category><![CDATA[malabarismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Arte e vida são dois signos, dois códigos que têm o mesmo significado. Estão absolutamente relacionados entre si. A arte imita a vida e a vida imita a arte. Afinal, viver a vida é uma arte, como diz a canção &#8230; <a href="http://blogdolabjor.wordpress.com/2012/01/20/vida-e-arte-artistas-de-rua/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9002&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/dsc01988.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9003" title="DSC01988" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/dsc01988.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a>Arte e vida são dois signos, dois códigos que têm o mesmo significado. Estão absolutamente relacionados entre si. A arte imita a vida e a vida imita a arte. Afinal, viver a vida é uma arte, como diz a canção popular: &#8220;é preciso saber viver&#8221;. Daí viver é arte. Assim, todos nós, viventes ou sobreviventes, somos artistas. Por essa relacão simbiótica e dependente, elas, a arte e a vida, são cantadas e decantadas em verso e prosa. E assim vivemos todos nós.<br />
Se a vida é uma nobre obra de arte, para alguns a arte é a sua vida. Estamos nos referindo aos artistas de rua, aqueles que sobrevivem da arte nos cruzamentos, nas praças e nos passeios públicos.<br />
Mas, será possível afirmar que os artistas de rua praticam mesmo a arte? Ou suas apresentações são realizadas por mero esforço e boa vontade, como simples meio de sobrevivência?</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-9002"></span><br />
Tomemos o exemplo de Ronaldo Silva, 26, que desde os 16 pratica arte de rua. Ele é natural de Belem-PA e já está em Fortaleza há dez anos. Veio com a família, mas só ele pendeu para a arte. No entender dele, o início de tudo foi com a simples prática do skate com os amigos que aos poucos foram lhe ensinando outras formas de arte, até chegar à prática atual do malabares sobre pernas de pau. Ele brinca e diz que seu &#8220;escritório principal&#8221; é no cruzamento da Sebatião de Abreu com Pe. Antônio Tomás, bairro Cocó, e a &#8220;filial&#8221; na Eduardo Garcia com Torres Câmara, aldeota. Ele diz que vive da arte, mas trabalhando contratado em eventos. Se fosse apenas nas ruas não teria condições de viver, apenas sobreviver.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/dsc01916.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-9004" title="DSC01916" src="http://blogdolabjor.files.wordpress.com/2012/01/dsc01916.jpg?w=112&#038;h=150" alt="" width="112" height="150" /></a> Enfim, nas ruas e cruzamentos da cidade e no calçadão da avenida Beira Mar podemos encontrar várias manifestções tidas como artísticas, a exemplo do próprio &#8220;Ronaldo Perna de Pau&#8221;, das crianças que sobem umas em cima das outras manipulando um pequeno objeto com um pedacinho de madeira ou de ferro, das estátuas vivas, dos que pulam por dentro de arcos de faca, etc.<br />
Para concluir, um paradoxo constatado: vida e arte são &#8220;irmãs siamesas&#8221;, mas quão difícil é viver da arte, especialmente no Brasil.<br />
Não menos difícil, também, é a arte de viver.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Texto: Fábio Holanda</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Orientação: Profa. Adriana Santiago e Profa. Joana Dutra</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogdolabjor.wordpress.com/9002/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogdolabjor.wordpress.com/9002/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogdolabjor.wordpress.com/9002/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogdolabjor.wordpress.com/9002/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogdolabjor.wordpress.com/9002/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogdolabjor.wordpress.com/9002/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogdolabjor.wordpress.com/9002/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogdolabjor.wordpress.com/9002/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogdolabjor.wordpress.com/9002/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogdolabjor.wordpress.com/9002/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogdolabjor.wordpress.com/9002/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogdolabjor.wordpress.com/9002/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogdolabjor.wordpress.com/9002/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogdolabjor.wordpress.com/9002/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogdolabjor.wordpress.com&amp;blog=4823338&amp;post=9002&amp;subd=blogdolabjor&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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