13 de outubro: Dia do Fisioterapeuta

Hoje,13 de outubro, é comemorado o dia do fisioterapeuta, profissional com participação efetiva em diversos níveis de atenção à saúde, esporte, educação e que também trabalha em pesquisa. Neste mesmo dia, no ano de 1969, foi promulgado o Decreto-Lei 938, que regulamenta a profissão de fisioterapeuta no Brasil.

Fisioterapeuta Eluciene Carvalho cuidando de pacientes em processo de reabilitação motora/Foto: Mahamed Prata

Hoje, 42 anos depois, os profissionais da fisioterapia são alguns dos que mais se destacam no mercado, em decorrência da busca, cada vez maior, pelos tratamentos fisioterapêuticos. “A fisioterapia estimula as pessoas na busca de uma melhor qualidade de vida. Alguns pacientes chegam aos nossos consultórios por encaminhamento médico, mas, em sua maioria, são movidos pela iniciativa própria, seja por motivos estéticos ou funcionais da saúde. A sintomatologia dolorosa é a busca inicial pela fisioterapia, a Reeducação Postural Global (RPG) , por exemplo, é bastante procurada por pacientes”, diz a fisioterapeuta Eluciene Carvalho, que atualmente trabalha no Núcleo de Atenção Médica Integrada da Universidade de Fortaleza (NAMI) cuidando da área de Geriatria e de alunos do último ano do curso, na parte ambulatorial geral.

A fisioterapia se divide em áreas como a Traumato-Ortopédica Funcional, a Geriátrica, a Cárdio-Respiratória, a Neurológica, dentre outras, e todos os tratamentos empregados passaram por um grande progresso que permitiu a atual existência de técnicas que possibilitam resoluções imediatas para diversas disfunções. “As novas técnicas promovem o alívio dos sintomas e também do uso de medicamentos. É muito comum, por exemplo, um paciente chegar até nós com uma grande dor lombar ou torácica e, nesses casos, um método muito eficiente que empregamos é a Osteopatia (técnica que enfatiza a sua ação no paciente, ao invés do sistema convencional que é centrado na doença) e, assim, com uma boa avaliação inicial do problema do paciente, o fisioterapeuta aplica o tratamento por uma ou, no máximo, duas vezes e faz, posteriormente, apenas, um trabalho de reprogramação motora das suas atividades. Então, aquele paciente pode voltar à prática normal de suas atividades pessoais (sem tratamentos prolongados)”, reforçou Eluciene, formada há 26 anos pela Universidade de Fortaleza (Unifor).

É difícil encontrarmos, hoje, pessoas que não conheçam as práticas fisioterápicas ou mesmo nunca as tenham usado. As técnicas oferecidas facilitam o equilíbrio de vida. De acordo com  Eluciene, “para exercer a atividade da Fisioterapia, você precisa amar e, a partir do momento que você ama, a recuperação do paciente torna-se a sua maior recompensa. Atendemos pessoas que chegam deprimidas e sofridas por problemas diversos como por conta de um AVC, por exemplo. Então, ajudar esses pacientes, ver muitos deles levantarem, após os tratamentos, de uma cadeira de rodas, é, sem dúvida, impagável. Eu apostei na profissão certa, estou realizada. Todos os dias a Fisioterapia gera espaço para que eu aprenda mais e cresça mais juntamente com ela!”

A aluna Fabiane Moreira, que cursa o sétimo semestre do Fisioterapia na Unifor está confiante. “Enxergo o trabalho da profissão cada vez mais necessário à sociedade, pois qualquer lesão corporal gera a necessidade de uma reabilitação”.

Texto: Deusyane Mouta
(deusyanemouta@yahoo.com.br)

Orientação: Prof. Jocélio Leal

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