Brechós ganham visibilidade na Internet

Foto: divulgação
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Sabe aquele produto que você já usou muito e não quer mais? Ou aquilo que você comprou, mas se arrependeu e não sabe o que fazer? Atualmente, existem várias maneiras de negociar essas mercadorias sem nem mesmo precisar sair de casa. Já é possível encontrarmos nas redes sociais e nos serviços onlines ofertas de compra, venda e troca de produtos, inclusive de segunda mão.

São os populares brechós, mas agora na versão virtual. Afinal, são oferecidas mercadorias que podem ser visualizadas de uma maneira simples e rápida, além de possibilitar muitas vezes um retorno instantâneo. Existem grupos e páginas que são criados para oferecerem espaços, aonde todos podem interagir colocando seu produto a disposição de qualquer internauta. Grupos, como  CocoLoco, Enjoei Desapego e Enjoei (e Tô Vendendo)são alguns dos que ganharam importância no ramo e têm muitos membros. Eles oferecem diversos tipos de itens.Site de Brechó Virtual

Yuri Pinheiro é projecionista, compra e vende aparelhos eletrônicos, roupas, e outros produtos semi-novos, por meio da internet. Ele conta que a ideia surgiu quando percebeu a oportunidade de aumentar sua renda, visto o custo benefício que esse tipo de serviço proporciona. “Hoje, está muito fácil comprar e vender, através das mídias sociais, que contam com várias páginas destinadas a esse tipo de atividade, aqui mesmo, em Fortaleza”, explica.

Ele diz que trata a ocupação como um hobby e uma maneira de ganhar um dinheiro extra. “A maioria das vezes, o negócio é fechado virtualmente, deixando apenas as tratativas finais pessoalmente. Tudo é mais simples pelo alcance que a internet possui”, explica.

Fan Page Enjoei (e tô vendendo). Foto: Divulgação
Fan Page Enjoei (e tô vendendo). Foto: Divulgação

O estudante de Educação Física Ângelo Sampaio afirma que já comprou óculos, relógios, e capinhas de celular, por meio do Cocoloco e Mercado Livre Fortaleza. Na sua opinião, é vantajoso. “Comprei quase todos os produtos com aparência de novos, por um preço mais acessível. Além do que, dá pra encontrar peças mais exclusivas, que as lojas de Fortaleza ainda não oferecem”.

Já Patrícia Karen, estudante de Jornalismo, não experimentou ainda essa experiência, pois acredita que pode não compensar. “A gente nunca sabe o real estado que o produto pode estar, sabe?”.

Texto: Suélen Ramos

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