[Ensaio] Das confissões imagéticas

Às vésperas do nada. Foto: Alan Uchoa
Às vésperas do nada. Foto: Alan Uchoa

A fotografia para mim é como uma confissão imagética, em que posso expurgar sentimentos, imprimir minhas opiniões, compartilhar experiências, mostrar quem sou e como vejo o mundo.

Expressar-se através da arte foi sempre uma necessidade constante na minha vida. Meu principal tema é a fuga da realidade; a fantasia.

O processo de criação é simples: consiste basicamente na criação de uma personagem, um cenário e uma “ação”. Tudo começa com a ideia, que passa para um rascunho. Procuro os elementos necessários para minha personagem e , por último, vou caçar uma locação que se identifique com a ideia.

Saio para fotografar, normalmente, sozinho. Levo minha câmera comigo, um tripé e um controle remoto para me auxiliarem. Depois de capturar as imagens, vou editá-las com a ajuda do Photoshop, que é a parte mais demorada e divertida de todo o processo.

Nem sempre consigo alcançar de primeira o resultado que esperava, e é normal voltar para outra tentativa, procurando corrigir os erros que cometi da primeira vez.

Costumo pensar que minha câmera e minha imaginação são como os sapatos de rubi de Dorothy (O Mágico de Oz); capazes de me levar a outras terras distantes sempre que eu quiser.

Texto: Allan Uchoa, estudante de Audiovisual e Novas Mídias

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