Mostra de orquídeas oferece opções para o Dia das Mães

Andrew Menezes (9)
Foto: Avner Menezes

Durante essa semana, de 6 a 9 de Maio, a Unifor recebe uma exposição de orquídeas no Centro de Convivência, com variadas espécies nacionais e estrangeiras, além de híbridos. Sob coordenação de Michelle Canário e auxilio do professor de Direção de Artes Tiago Braga, a mostra tem o propósito de trazer flores exóticas para o Dia das Mães, mas também de apresentar, aos cearenses, que existem orquidais de formas, cores e geografias diferentes.

A ideia surgiu em junho de 2013, onde houve uma exposição na Universidade em prol da preservação do meio ambiente. Para esse ano, o objetivo da exposição está mais voltado para o Dia das Mães pois,em todas as suas variações, as orquídeas podem exprimir um presente diferente e sensível, a preços variáveis.

Michelle e Elza. Foto: Avner Menezes
Michelle e Elza. Foto: Avner Menezes

 “As orquídeas representam muitas coisas. Para uns representam a exuberância, a parte mais exótica da vida. São plantas fascinantes por serem altamente resistentes”, explicou a coordenadora. 

Dentre as espécies expostas, existe a nordestina Cattleya Labiata, mais conhecida como Rainha do Nordeste, que pode ser encontrada nos arredores do campus da Unifor. As demais flores viajaram cerca de 2.183,5 km, de Pato de Minas (MG) até Fortaleza. A maioria das plantas são produzidas em laboratório, onde são polinizadas para formar uma capsula e, a partir disso, surgir novas mudas. A reprodução é feita por divisão de vaso, cortando-se a planta para dividi-la em duas. Com esse método, diminui a degradação da natureza. 

O número de orquidófilos vem crescendo na capital cearense, existindo, inclusive, a Associação Cearense de Orquidófilos – ACEO. Essa flor de aparência frágil costuma ser significativa para seus colecionadores. “As orquídeas são, para mim, tranquilidade e alegria porque a minha maior felicidade é chegar no meu orquidário e ter uma, duas ou três orquídeas floradas. Naquele momento, sinto a presença de Deus, pois o homem não faria algo tão perfeito” relatou feliz, Elza Ferreira, colecionadora de orquídeas há seis anos.

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Texto: Cidney Sousa

 

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