Prazo de entrega de documentação para intercâmbio irá até setembro

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Alunos interessados em fazer o intercâmbio acadêmico internacional no primeiro semestre de 2015 devem realizar a inscrição e a entrega dos documentos necessários até o dia 1° de setembro, na Vice-Reitoria de Extensão da Universidade. A inscrição é feita na Assessoria de Assuntos Internacionais, onde o aluno pode ter acesso a informações como os prazos estipulados pela universidade de destino, a documentação específica exigida, bem como as exigências feitas pela Unifor para a validação do intercâmbio.

Além de estar regularmente matriculado na instituição, a Unifor estabelece como critério que o aluno tenha concluído a partir de 30 % do total de créditos da grade curricular do curso, domínio da língua falada no país de destino e apresentar comprovante de rendimento acadêmico com média global maior ou igual a 7,0 (sete). O estudante também não pode estar cursando o último semestre e deve estar ciente de que todas as despesas pessoais, como moradia, alimentação, passagem aérea e transporte interno são de sua responsabilidade.

Documentação e Exigências

Carolina Albuquerque Quixadá, chefe da Assessoria para Assuntos Internacionais salienta a importância de o aluno providenciar a documentação, para além da cópia do passaporte, currículo e histórico: “Além do formulário da Unifor, que contém o nome do curso, do aluno, dos pais, entre outros, também deve-se preencher um termo de responsabilidade comprometendo-se a voltar à Unifor e de que ele está ciente que o aproveitamento das disciplinas não necessariamente é automático”.

Carolina Albuquerque Quixadá, chefe da Assessoria para Assuntos Internacionais
Carolina Albuquerque Quixadá, chefe da Assessoria para Assuntos Internacionais

O último documento que o aluno vai preencher é o formulário da universidade de destino, quando o intercambista confirma a sua ida ao país previamente escolhido. Sobre a carta de motivação, outro dos documentos exigidos para a realização do intercâmbio, a chefe da assessoria explica que “o aluno precisa nos dizer o que ele quer fazendo esse intercâmbio, que benefícios ele quer ter com essa experiência, seja pela questão cultural ou profissional”.

Dependendo da universidade, muitos desses documentos ainda devem ser traduzidos. Geralmente é uma tradução simples, “com exceção do histórico. Ele é o único documento que nós pedimos tradução juramentada (realizada por um profissional), que é mais criteriosa, já que envolve nota de alunos e é um fator de extrema importância na hora de aprovar o intercâmbio”, ressalta a assessora.

A comprovação da fluência no idioma falado no país de destino é um dos principais requisitos exigidos. “Dependendo da língua falada no país, precisamos da comprovação de sua proficiência, mostrando um comprovante do curso, no caso de espanhol, e para o inglês é preciso o TOEFL, um teste que comprova a sua fluência”, diz Carolina.

Custos e Despesas

A Unifor tem convênio bilateral com 90 universidades, em mais de 20 países e isso expande a possibilidade de escolha do aluno. Para os que se preocupam com os custos pessoais, a assessora explica que “o aluno vai trancar o semestre que vai fazer o intercâmbio, então o único custo que ele terá com a Unifor é o pagamento da taxa de intercâmbio e a primeira parcela da matrícula. Ele também não paga para cursar na universidade de destino”, acrescenta. Assim, o dinheiro investido na universidade para pagar a mensalidade pode ser investido nos custos diários da viagem.

Segundo Carolina, os custos são muito variados. Na Espanha, por exemplo, o dinheiro investido vale aproximadamente três vezes menos, devido à cotação do Euro; já no Chile, o Peso Chileno vale aproximadamente três vezes mais do que o Real, o que amplia a possibilidade do intercâmbio.

Para ter acesso ao custo de vida em outros países, a equipe de assessoria para assuntos internacionais ainda coloca o aluno interessado em contato com outros alunos que já foram intercambistas para discutir os custos. Mas, apesar disso, a Carolina salienta: “A assessoria lida com a venda dessa experiência internacional e isso não tem preço, no sentido de que você vai adquirir uma experiência muito rica, tanto culturalmente quanto profissionalmente”.

Experiência

Matheus Andreazza, que cursa o 4° semestre de Engenharia Mecânica na Unifor, está em um intercâmbio em Vancouver, no Canadá. Ele destaca a atuação da Unifor: “O processo em si é bastante burocrático, mas eu tive um ótimo apoio da coordenação do meu curso e dos professores.” Matheus afirma que sua única preocupação foi quanto à tradução do histórico escolar. “Eles até tinham um serviço para traduzir o histórico, mas quando perguntei o tempo para fazê-lo, me informaram que levaria apenas alguns meses e isso me preocupou bastante. Mas, no fim, deu tudo certo”, concluiu.

Texto: Andrezza Albuquerque

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