Pesquisadoras analisam história no cinema brasileiro atual

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Professoras reunidas para debate sobre cinema brasileiro na atualidade. Foto: Avner Menezes

A professoras Beatriz Furtado (UFC), Roberta Veiga (UFMG), e Cláudia Mesquita (UFMG) compuseram a mesa “O dever de memória e a operação da história no cinema brasileiro atual”, onde foi realizado um debate a partir das críticas dos filmes Já visto jamais visto e Branco sai preto fica. As análises foram baseadas na forte presença da temporalidade nas obras, focando na narrativa em perspectiva das histórias passadas demonstradas nos longas.

O filme Já visto jamais visto, do cineasta Andrea Tonacci foi analisado segundo características como sua descontinuidade, que trazem o caos e a descasualidade abordados por Veiga nos 40 anos de história apresentados no último filme de Tonacci. Beatriz Furtado e Cláudia Mesquita analisaram o filme de Adirley Queirós, Branco sai preto fica, onde destacaram a narrativa, a presença histórica, e os personagens marcantes.

O preconceito e as diferenças sociais foram importantes pontos analisados por Furtado e Mesquita, por ser uma característica do filme de Adirley Queirós, que usou um evento de grande violência contra os negros em Brasília nos anos 80. “O cinema de Adirley Queirós não faz mediações, trabalha com os incômodos”, diz Beatriz Furtado, após comentar sobre a violência demonstrada no filme.

Texto: Ramille Freire – Estagiária da célula AssessoriaNIC

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