Estágio é parte da formação acadêmica

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Iniciando a carreira acadêmica, o estudante tem a opção de dar início também a sua carreira profissional. O estágio implementa o projeto pedagógico do curso do estudante, possibilitando maior assimilação das matérias curriculares. Além de integrar o acadêmico ao ambiente de trabalho, visa sua preparação para o mercado.

Para o estudante do oitavo semestre de Publicidade e Propaganda da Universidade de Fortaleza, estagiário de Mídias/Atendimento da Agência NIC, Mateus Lima reitera, “o estágio é algo extremamente essencial na vida acadêmica de um universitário, já que esse é o momento de pôr em prática aquilo que conhece apenas na teoria. Além de aprender aquilo que somente no exercício da profissão, na rotina de trabalho, você fica preparado. Não posso esquecer também que o estágio é a maneira de se sentir mais confiante e preparado para o mercado antes de se formar, porque hoje em dia é muito complicado sair da faculdade sem experiência alguma”.

Segundo a lei Nº 11.788, o estágio pode ser definido como obrigatório ou não obrigatório. O estágio obrigatório é exercido por conta da demanda do curso, para o estudante concluir o ensino superior e obter seu diploma. O estágio não obrigatório é a atividade que o estudante busca por conta própria no decorrer da sua vida acadêmica.

A carga horária das modalidades de estágio não podem ultrapassar seis horas diárias ou 30 (trinta) horas semanais. O tempo máximo de estágio na mesma empresa é de dois anos. A importância da dedicação do estagiário às suas atividades é a grande dica para a obter a efetivação na empresa.

As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na educação superior desenvolvidas pelo estudante podem ser equiparadas ao estágio, quando for discriminado e reconhecido no projeto pedagógico do curso.

A monitoria surgiu através da minha afinidade com a docência. Devido à vontade de fazer mestrado, encaro essa atividade como realmente um estágio, pois viso continuar no meio acadêmico após o termino no curso”, afirma a estudante do quinto semestre de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará, Marina Soares.

O convênio entre a instituição de ensino e a empresa contratante é de suma importância. Visando o melhor aproveitamento acadêmico, as atividades exercidas pelo estagiário não devem prejudicar seu desempenho na faculdade. Em época de provas, a carga horária do estágio deve ser reduzida pelo menos à metade para o melhor desempenho do estudante.

O estágio não é uma relação de emprego. O iniciante não tem direito aos benefícios assegurados aos demais empregados contratados, tais como vale-alimentação e assistência médica. Caso a empresa queira oferecê-los, isso não criará vínculo empregatício. No entanto, de acordo com a legislação atual, os aprendizes têm direito a obrigatoriedade do auxílio-transporte, recesso remunerado proporcional e bolsa-auxílio (para os estágios não-obrigatórios).

Para mais informações, como contratos e regulamentações, acesse o site da Associação Brasileira de Estágios (Abres).

Texto: Mayana Fontenele

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