[Série] Lixo por todo lado

Lixo deixado nas mesas do CC após o intervalo.
Lixo deixado nas mesas do CC após o intervalo.

Lixo espalhado pelos jardins, jogado fora das lixeiras, deixado em cima das mesas. É assim que encontramos muitos lugares na Unifor – Universidade de Fortaleza. Mas será que isso acontece por causa da Feira Livre que existe por aqui ou é só a falta de educação das pessoas?

Com a Feira Livre que existe por aqui, os alunos tem a possibilidade de comprar lanches e todo tipo de objetos que acabam sendo jogados pelo chão ou até mesmo em um lixo que já está cheio e por isso não cabe mais nada. Mas há também a falta de educação de muitos alunos que resolvem não jogar o lixo no lugar certo. Existem lugares em que o volume de lixo é maior e por isso mesmo algumas vezes a lixeiras ficam cheias e o lixo cai no chão, mas não é isso que acontece quando vemos lixo jogado pelos jardins, por exemplo.

Funcionário retirando o lixo.
Funcionário retirando o lixo.

Os funcionários de serviços gerais não param de limpar o campus, mas mesmo assim a quantidade de lixo é enorme e não tem fim. Se eles limpam agora, logo depois já está tudo sujo de novo. Na horas de intervalo eles ficam esperando que as aulas recomecem para limpar tudo de novo.

Segundo a aluna Bárbara Magalhães “a sujeira incomoda muito em alguns lugares, principalmente onde a gente come”. Não é só ela que se incomoda com isso, mas muitas outras pessoas também que sempre reclamam de quem não coloca o seu lixo no local certo.

Texto: Lia Sequeira

Veja a reportagem completa:

– A Unifor é uma feira livre!

Esta é uma reportagem colaborativa feita pelos alunos de Oficina de Ciberjornalismo da Unifor.

[Série] Feira de artesanato acontece mensalmente no Campus

Fotos: Daniela Costa
Fotos: Daniela Costa

No hall do Bloco D da Universidade de Fortaleza, podemos encontrar uma feirinha com produtos variados: tapetes, doces e salgados, bolsas, caixas para presente, bonecas de pano, bijuteria, crochê, toalhas, sandálias e roupas. Na primeira semana de cada mês, das 8 da manhã às 20h, e em alguns eventos especiais, os vendedores estão lá expondo e vendendo trabalhos artesanais.

A feira acontece desde 2007 e é organizada pela ASSEF, Associação dos Empreendedores do Município de Fortaleza. Além da Unifor, a FIC, a FA7, a Faculdade Maurício de Nassau, a Universidade Estadual do Ceará  e a Praça Murilo Borges (Praça do BNB) no Centro recebem a feira.

Mesa de produtos.
Mesa de produtos.

“A feirinha do D”, como ficou conhecida entre os estudantes, reúne cerca de 20 vendedores. Por não possuir sede própria, a associação, com o apoio da Prefeitura de Fortaleza, realiza reuniões mensais no Centro de Referência do Professor para decidir quem vai para qual feira expor seus produtos. A ASSEF agrega aproximadamente 200 associados.

Dona Maria Antônia e seu marido.
Dona Maria Antônia e seu marido.

Dona Maria Antônia e seu marido são donos da mesa de bolsas,  necessaires e estojos. Ela participa da ASSEF desde seu surgimento. “Antes da ASSEF, existia a associação Mulheres Empreendedoras.

Mas os homens começaram a se interessar pelo artesanato e foi preciso abrir espaço para eles na associação.”, explica. Antes de integrar associações, Dona Maria Antônia confeccionava as bolsas em casa e em escolas.

Texto: Daniela Costa

Veja a reportagem completa:

– A Unifor é uma feira livre!

 

Esta é uma reportagem colaborativa feita pelos alunos de Oficina de Ciberjornalismo da Unifor.

[Série] O sucesso do “Sssanduíche do Odailson”

odailson_LOGO“Olha o Sssanduíche!”. Foi com esse simples bordão e muita simpatia que o “Odailson do sanduíche” se tornou um sucesso e conquistou amigos e clientes por toda a cidade.

Com mais de 20 anos no mercado, Odailson conta que o carisma e as brincadeiras foram essenciais para o início do sucesso. “Eu entendi que brincando com os fregueses você acaba vendendo mais”.

Experiência e muita dedicação é o que não falta no vendedor de sanduíches naturais que começou a trabalhar ainda na infância. “Comecei a vender ainda criança. Estávamos passando por alguns dificuldades e, juntamente com meu irmão, começamos a vender sanduíches”, conta Odailson.

A estudante de Direito Simone Mayara, 22 anos, é uma das dezenas de clientes que o vendedor conquistou na Praia do Futuro, local onde iniciou a vender. “A quase cinco anos frequento a Praia do Futuro e sempre acabo comprando um sanduíche do Odailson”, conta a estudante.

Atualmente, a equipe de vendedores é formada por cerca de 12 pessoas. “Eu, minha mãe, três ajudantes na cozinha e sete vendedores que ficam nas Faculdades durante a semana e no fim de semana na praia do futuro”, conta.

Em 2006, Odailson conseguiu abrir sua Micro-Empresa, “Sanduíche do Odailson”. Além disso, o vendedor ainda chegou a se candidatar a vereador de Fortaleza, mas não se elegeu.

Unifor

Em 2011, o vendedor começou a comercializar os sanduíches naturais na Universidade de Fortaleza (Unifor) e atraiu alunos e funcionários da instituição.

Com 12 opções no cardápio, os sanduíches tornaram-se uma alternativa para quem prefere algo simples, saboroso e barato na hora do intervalo. Entre os sabores mais procurados estão: Frango, queijo, presunto e milho; Atum e milho; e Frango e queijo.

“Os sanduíches não são caros e ainda posso escolher, por apenas R$ 4, entre beber com um suco ou refrigerante”, ressaltou a estudante de jornalismo Raquel Cavalcante.

Serviço:

De segunda à sexta-feira
Horário: De 9h às 9h30min e de 16h30min às 21h
Local: Estacionamento da Unifor

Texto:  Raíssa

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– A Unifor é uma feira livre!

Esta é uma reportagem colaborativa feita pelos alunos de Oficina de Ciberjornalismo da Unifor. Durante as próximas semanas, todo dia sairemos com uma nova matéria. Aproveitem!

[Série] Adoçando as aulas

O brownie, receita tradicional dos EUA,  também é popular entre os produtos vendidos na Unifor.  Foto: Divulgação
O brownie, receita tradicional dos EUA, também é popular entre os produtos vendidos na Unifor. Foto: Divulgação

O comércio no campus também é praticado informalmente entre os universitários. Com destaque para a venda de doces, brigadeiros e brownies nos corredores da instituição e nos intervalos das aulas.

Rebeca Prado (21), estudante de Publicidade e Propaganda, costumava fazer a receita de bolo de chocolate sem fermento em casa, mas decidiu comercializar na faculdade para conseguir uma renda extra. Com o lucro das vendas, ela conta que já juntou suficiente para custear algumas despesas da viagem que fez pela Europa.

Rebeca Prado já usou o dinheiro das vendas do brownie para pagar despesas de viagem para Italia e França. Foto: Lorena Cardoso
Rebeca Prado já usou o dinheiro das vendas do brownie para pagar despesas de viagem para Itália e França. Foto: Lorena Cardoso

A receita, tradicional dos Estados Unidos,  popularizou-se também na Unifor com algumas adaptações e novos sabores. Os ingredientes clássicos (farinha, ovos, manteiga, açúcar e chocolate) foram acrescidos de outros, e é possível encontrar opções de recheio para todos os gostos, como castanha, banana e brigadeiro. Para conseguir clientes, Rebeca afirma que não precisou fazer muito esforço: “como sou muito tímida, nem fazia divulgação. Foram os meus amigos que iam comprando e divulgando”.

Os estudantes Mayara Moura, José Carlos Muniz e Gabriela Costa são alguns dos consumidores diários das guloseimas vendidas pela Unifor. “Todo dia compro brownie ou brigadeiros aqui. De colegas que vendem ou mesmo nas lanchonetes do campus”, comenta Gabriela, aluna de Fisioterapia.

Texto: Lorena Cardoso

 
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– A Unifor é uma feira livre!

Esta é uma reportagem colaborativa feita pelos alunos de Oficina de Ciberjornalismo da Unifor. Durante as próximas semanas, todo dia sairemos com uma nova matéria. Aproveitem!