[Claquete] Filme mostra disputa entre Jobs e Gates

 No início de outubro, milhares de notícias circularam sobre a morte de Steve Jobs, o grande CEO por trás da marca Apple. Dentre vários dispositivos com o selo da marca, o seu maior feito foi a criação do computador pessoal. O filme “Piratas do Vale de Silício” conta a história do surgimento destes computadores, além de acompanhar o início da ascensão de dois visionários do mundo da informática: Steve Jobs e Bill Gates.

Noah Wyle e Anthony Michael Hall interpretam Steve Jobs e Bill Gates respectivamente / Foto: Divulgação

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Videoteca: cultura e entretenimento grátis

Com um acervo de mais de quatro mil vídeos, a Videoteca é mais um instrumento que a comunidade acadêmica da Universidade de Fortaleza tem à disposição para expandir conhecimento e cultura, proporcionando momentos de reflexão e entretenimento. Localizada no andar superior do Centro de Convivência, a Videoteca funciona de segunda à sexta, das 7 horas até às 21:55, e aos sábados, de 8 horas ao meio dia. Composto por vídeos em formato de DVD e VHS oriundos de doações e sugestões dos professores, o acervo de filmes se destina ao apoio acadêmico, variando entre temas educativos, culturais e científicos. “Os professores podem indicar filmes para que a Unifor adquira. Ele precisa apenas preencher um formulário na coordenação do curso”, disse Michele Carvalho, auxiliar de biblioteca, que cuida do acervo de vídeos.

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“Educação pela Arte” abre XVI Unifor Plástica

Emoção foi o que se pôde perceber na abertura da 16ª edição da Unifor Plástica, na noite desta quinta-feira (20).  Com o tema “Educação pela Arte”, trouxe grande diversidade de mídias nas composições artísticas, desde vídeo sob pintura a pintura sobre fotografia, inclusive bordado. As formas de expressão são muitas, o que torna a exposição mais rica e valoriza o trabalho da curadoria. “O curador tem um trabalho muito minucioso. Você mata uma obra se ela for muito delicada e se a puser ao lado de outra muito colorida, exuberante. Esse é um trabalho de se colocar no lugar do artista e do público. Por isso, a primeira coisa que fiz depois da seleção foi mandar um e-mail para todos os inscritos que não foram selecionados”, explicou o curador da exposição Pablo Manyé.

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Trupe de palhaços colore o Campus

Trupe do Labgraça em ação / Foto:Thalyta Martins

Quem disse que a Universidade tem que ser um lugar sisudo? Para mostrar que pode ter graça no mundo acadêmico, estudantes de Psicologia, Audiovisual e Comunicação Social saíram pelo Campus da Unifor fantasiados de palhaços, fazendo graça com quem aparecesse pela frente. A intervenção aconteceu na tarde desta sexta-feira, 21, e foi organizada pelo professor Márcio Acselrad, que coordena o Laboratório de Estudos do Humor (Labgraça).

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[Claquete] Beleza Roubada retrata enigmas da juventude

Liv Tyler é Lucy

“A vida, que vai desaparecer de uma vez por todas, e que não mais voltará, é semelhante a uma sombra, que ela é sem peso, que está morta desde hoje, e que, por mais atroz, mais bela, mais esplêndida que seja, essa beleza, esse horror, esse esplendor não tem o menor sentido”. Esta explosão de eloquência é do escritor Milan Kundera, no livro ‘”A insustentável leveza do ser”, mas descreve a perenidade da juventude e existência humana, aparentes no filme Beleza Roubada, dirigido por Bernardo Bertolucci. É simultaneamente um quadro tão íntimo, particular e efêmero, que alguns consideram uma obra menor do diretor. E, para um telespectador desatento, pode sim, não passar de uma estória simples, comum. No entanto, um olhar mais cuidadoso observa a sensibilidade existente na condução do roteiro.São narradas as férias da americana Lucy, de 19 anos, imersas em mistérios e descobertas íntimas. Ela vai à Itália procurando amor e respostas. Encontra surpresas e decepções. Mas verdadeiramente  se encontra. Vê ao mundo e a si mesma num cenário idílico. E, através de seus olhos, fica-se curioso também. A fotografia é impecável,e detalhes sutis compõem o viés artístico que recheia  o longa.

“Beleza Roubada tem um ritmo lento, mas longe de ser monótono. A impressão é a de ver algo irreproduzível, como apreender a aura de uma verdadeira obra de arte”.

A genialidade da obra é nos fazer sentir exatamente como os anfitriões da garota americana. Todos  protagonizam algum momento de subjetividade. E, de uma forma ou de outra, são arrebatados pela  beleza autêntica da visitante.

Uma trilha sonora irretocável, de Peter Afterman e Karyn Rachtman, acompanha as aventuras de Lucy. Cenas de amor e sensualidade são conduzidas ao som de Billy Holiday, Nina Simone, Portshead, Jimi Hendrix, Steve Wonder e muitos outros.

Beleza Roubada tem um ritmo lento, mas longe de ser monótono. A impressão é a de ver algo irreproduzível, como apreender a aura de uma verdadeira obra de arte. Este precioso momentosinho fugaz é o que significa esse filme.

Ficha Técnica:
Beleza Roubada (Stealing Beauty, 1996) – 113 minutos
Direção: Bernardo Bertolucci
Estrelado: Jeremy Irons, Liv Tyler e Carlo Cecchi
Roteiro: Susan Minot e Bernardo Bertolucci

Texto: Manoela Cavalcanti
(manu_satine@hotmail.com)