[Série] Xerox nossa de cada dia

Com algumas opções de livrarias espalhadas pelo Campus da Universidade de Fortaleza e uma ampla biblioteca, ainda assim os alunos optam pelos Centros Acadêmicos (C.A), com o intuito de economizar e serem mais práticos. Afinal, levar algumas folhinhas é muito mais cômodo que um livro inteiro.

D.A de Comunicação de Social. Foto: Juliana Queiroz
D.A de Comunicação de Social. Foto: Juliana Queiroz

Há vários Centros Acadêmicos (C.A) pela Unifor e um Diretório acadêmico (D.A) que é o da Comunicação Social, devido ao curso ter duas opções, Jornalismo e Publicidade. Além de conter materiais de outros cursos, como Psicologia, Audiovisual e Belas Artes. As salas dos C.A’s ficam nos corredores do bloco P e Q, e podem ser encontradas também nos blocos O e I.

Os centros funcionam de 7:30 às 21h. “A xerox facilita a vida dos estudantes, pois estes fazem gastos maiores com a compra de livros, podendo assim economizar adquirindo a fotocópia nos centros acadêmicos”, afirma Marcello Magno, um dos funcionários do D.A. Pode-se encontrar além do serviço de xerox, algumas guloseimas como: biscoitos, chocolates e bombons com o intuito de agradar os estudantes e professores que frequentam o ambiente.

Texto: Juliana Queiroz

Veja a reportagem completa:

– A Unifor é uma feira livre!

 

Esta é uma reportagem colaborativa feita pelos alunos de Oficina de Ciberjornalismo da Unifor.

Espiral realiza cerimonial

Foto: Divulgação

Hoje, 21, acontecerá no Teatro Celina Queiroz, a Cerimonia do Espiral. No evento, a turma de Belas Artes irá receber os seus mais novos integrantes. Serão alunos do primeiro semestre do curso que irã participar de rituais, orações e receberão um colar com um pingente simbolizando as Belas Artes.

A noite contará com apresentações dos alunos Cecília Moreira, Felipe Araújo e Raffael Barroso que mostrarão vídeos que fizeram durante a disciplina, dentre outros materiais. Também estão programadas homenagens ao artista plástico Carlos Macêdo e ao professor Clerton Martins. Pablo Manyé, professor do curso, explica que “os alunos têm se empolgado muito, e os organizadores trabalhado bastante. Haverão apresentações de teatro, dança, dentre outras atrações”.

O símbolo do grupo é um espiral, devido à semelhança deste com o artista, que acreditam ser um espirito aberto em reformulação cíclica, sem abandonar seu fundamento. No evento, que já teve várias edições, Pablo garante que terá uma surpresa no final da cerimônia. A programação é gratuita e aberta ao público, no Celina Queiros, às 20 horas.

Texto: Suélen Ramos

Espiralados desbravam a arte paulista

Museu de Arte de São Paulo, MASP, um dos pontos que o grupo vai visitar. Foto: Divulgação

Um grupo de professores e estudantes da Unifor, irá a São Paulo hoje, dia 11, para conhecer espaços artísticos e visitar a Bienal de São Paulo. A turma faz parte do grupo Espiralados, que tem como objetivo discutir a arte em diversas vertentes. Além das discussões, o grupo organiza visitas a espaços culturais e ateliês de artistas. Na capital paulista, os integrantes estão com uma programação extensa: visitarão o MASP, a retrospectiva de Lygia Clark, que é a artista brasileira considerada mais importante hoje, no exterior; a exposição individual de Adriana Varejão, a Pinacoteca, dentre outros pontos de arte e turismo.

Pablo Manyé, professor de Belas Artes, e um dos responsáveis pelo grupo, afirma que conhecer como esses espaços é enriquecedor. O professor explica que a viagem proporcionará aos alunos conhecimentos que só são obtidos fora da sala de aula, em contato mais próximo com as obras e com os artistas. “É importante que um estudante de arte não seja formado apenas pelo conhecimento acadêmico, mas pelo contato direto com as artes.”

O grupo Espiralados é formado por voluntários interessados em arte, estudantes, professores e comunidade acadêmica. Não há pré-requisitos para ingressar, entretanto a maioria dos participantes são do curso de Belas Artes. A Unifor cede espaço para a realização das reuniões, que acontecem semanalmente. “A arte não é apenas um aprendizado, é uma forma de vida, e para que se viva intensamente é preciso realmente conhecer as obras e suas fontes”, garante Pablo.

Texto: Suélen Ramos

Hoje é dia do Folclore!

Grupo de Projeções Artísticas e Culturais (GPAC) Foto: Juliana Castro

A fim de ressaltar a cultura tradicional, alunas da disciplina Danças Dramáticas Brasileiras da Unifor, sob a orientação da professora Lenice de Sousa, promovem, hoje, dia 22 de agosto, a comemoração do Dia do Folclore. O evento acontece a partir das 18 horas em frente à Biblioteca, e conta, em sua programação, com a apresentação do Grupo de Projeções Artísticas e Culturais (GPAC) e a presença dos ‘caretas’ do curso de Belas Artes.

O GPAC foi criado em meados anos 90, sempre voltado à divulgação do patrimônio imaterial cearense, foi fundado na Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC) e busca revitalizar a Cultura Popular, utilizando a dança como forma de expressão com as mais variadas linguagens artísticas como elemento de integração e socialização entre os jovens da comunidade.

Muitas instituições de ensino ligadas à educação e à cultura popular desenvolvem, nesse mês, trabalhos que proporcionam uma visibilidade maior ao tema. A realização do evento na Unifor quer criar um espaço para a arte popular e de promover uma vivência significativa com a cultura menos midiática, estimulando um novo olhar para a cultura tradicional. “É muito interessante poder trazer um grupo de dança como o GPAC, que foca no tema da história da nossa terra. É uma pena os jovens de hoje só valorizarem a cultura norte-americana e desconhecerem o que é nosso”, confessa Clara Magalhães, estudante do curso de Jornalismo e estagiária do Laboratório de Jornalismo da Unifor.

Além disso, a coordenação de Belas Artes, que tem como coordenadora a professora Caroline Holanda e realiza, pela primeira vez na Unifor, uma atividade em comemoração do Dia do Folclore, deseja que o evento seja adicionado no calendário permanente da universidade. “A nossa ideia é de compartilhar o trabalho artístico dentro da nossa cultura. O grupo convidado e os estudantes do curso de Belas Artes estão conseguindo uma boa interação e estão passando isso para o público que, geralmente não dão muita importância para a cultura popular, mas que estão parando para assistir nossa apresentação”, conclama Caroline Holanda.

O folclore é um conjunto de ações realizadas pelo povo; danças, festas, brincadeiras, canções, mitos e lendas que são passados de geração para geração. Essas ações assumem características locais fortalecendo a identidade do povo ou da comunidade onde elas ocorrem. As manifestações populares tradicionais promovem, além da socialização, o reconhecimento da nossa história, do jeito de ser e de viver do nosso povo, bem como o fortalecimento da nossa identidade cultural.

Texto: Priscila Baima
Orientação: Profa. Adriana Santiago

Boas-vindas aos novos estudantes de Belas Artes

Cerimônia contou com apresentações de dança, música e teatro / Foto: Thalyta Martins

Na noite desta terça-feira (23), os alunos do primeiro semestre do curso de Belas Artes da Unifor foram homenageados com uma recepção especial no Teatro Celina Queiroz: a Cerimônia da Espiral. O evento, que acontece ao final de cada semestre, foi organizado pelos alunos da disciplina Produção de Eventos – ministrada pela Professora Adriana Helena – em parceria com o grupo Espiralados, coordenado pelo professor Pablo Manyé.

A cerimônia, contou com a presença do vice-reitor, Henrique Sá, além de diversas apresentações: música com o coral da Unifor e com a pianista Vânia Marques, exposição de trabalhos realizados por alunos da disciplina de Técnicas Experimentais 2, além de dança com integrantes do grupo do Boi Garantido, apresentações de teatro, homenagem ao professor do curso de Belas Artes, Francisco de Almeida, entre outros. Sendo assim, um momento no qual a produção artística dos alunos do curso de Belas Artes pôde ser compartilhada com o público.

No final, os alunos e seus padrinhos realizaram o juramento, declamado pelo professor Carlos Velazquez e receberam um colar com o símbolo do curso, a espiral, que significa a arte perpassando diversos saberes, diversas áreas, interagindo, enriquecendo e enriquecendo-se.  “Trata-se de um rito de passagem para os estudantes que acabaram de concluir o primeiro semestre”, explica Manyé.

Após a recepção, foi realizado um coquetel entre os blocos Q e P , onde foi montado um cenário, uma espécie de jardim, elaborado pelos próprios estudantes para a realização de um coquetel. Manyé conta que “a ideia era criar um espaço aberto diferenciado onde as pessoas pudessem sentar e conversar, além de estimular um ambiente para se falar de arte”.

Veja as fotos do evento:

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Texto: Renata Frota
Orientação: Profa. Joana Dutra