Gestão de campanhas eleitorais é tema do próximo Debate Papo

debate

Em sua sexta edição, o projeto Debate Papo acontece nessa quinta feira, 3, às 8 horas, no auditório da biblioteca Universidade de Fortaleza, com o tema Marketing Eleitoral. Promovido pelo Centro de Ciências da Comunicação e Gestão (CCG), o evento tem como objetivo a interação entre alunos e profissionais que atuam na área de gestão de campanhas eleitorais.

Em ano de eleição, a discussão se torna ainda mais importante para estudantes de jornalismo e publicidade. Atualmente, marketing eleitoral é a ferramenta mais eficiente em uma campanha, uma vez que mal elaborada pode levar o candidato a erros irreversíveis. Entre os assuntos, planejamento do conceito do candidato, a determinação de estratégias, a organização da campanha e o planejamento de mídia.

Para abordar o tema, foram convidados Apolônio Aguiar, diretor de comunicação digital da AD2M, que atua na área da comunicação há mais de 20 anos, Renato Ribeiro, redator da agência Bolero Comunicações, que participou de 11 campanhas majoritárias e Ricardo César alcântara Weyne, publicitário experiente em marketing eleitoral, integrou em diversas campanhas eleitorais de vários políticos do Estado.

ELEIÇÕES 2014

Em Outubro desse ano, o pleito vai eleger o presidente e vice-presidente da República, deputados federais, senadores, governadores e vice-governadores, deputados estaduais; o governador e vice-governador do Distrito Federal e os deputados do Distrito Federal.

SERVIÇO

Data: 3 de abril

Horário: 8 horas

Local: Auditório da Biblioteca da Unifor

Texto: Victor Lima 

[Foto Legenda] Eleições DCE

Aconteceu, hoje, 3 de outubro, o Conselho de Entidades de Base (CEB), que discutiu sobre a neutralidade da Comissão Eleitoral que administra as eleições deste ano para os novos representantes do Diretório Central de Estudantes (DCE). Durante a reunião, duas propostas foram postas, sendo a primeira pela chapa 68, e a segunda pela chapa 20. Foto: Afonso Monte
Foto: Afonso Monte

Aconteceu, hoje, 3 de outubro, o Conselho de Entidades de Base (CEB), que discutiu sobre a neutralidade da Comissão Eleitoral que administra as eleições deste ano para os novos representantes do Diretório Central de Estudantes (DCE). Durante a reunião, duas propostas foram postas, sendo a primeira pela chapa 68, e a segunda pela chapa 20. Para a eleição, estão concorrendo a “Chapa 20 – DCE de cara nova”, a “Chapa 68 – Não vou me adaptar” e  a Chapa 10.

Texto: Beatriz Santos

Segundo turno não agrada o eleitorado

Foto: Divulgação

Fortaleza decidirá, no segundo turno, entre o candidato apoiado pela atual prefeita Luizianne Lins e o apoiado pelo governador Cid Gomes, quem será seu futuro governante. Elmano de Freitas, do PT, ficou em primeiro lugar com 25,44% dos votos (318.262), enquanto Roberto Cláudio, PSB, ficou em segundo, com 23,32% (291.740). Mas a grande surpresa foi o candidato Heitor Férrer, do PDT, que conquistou um número de votos muito acima do que previam as pesquisas, perdendo apenas por uma diferença de aproximadamente 30 mil votos, ficando em terceiro lugar. Moroni Torgan, do partido Democratas (DEM), que liderava as pesquisas em quase toda a campanha, ficou como quarto colocado com 13,75%, seguido de Renato Roseno, do Psol, com 11,84%.

Conversamos com alguns eleitores sobre o resultado do primeiro turno das eleições, alguns afirmaram não que o resultado da votação foi previsível. “Era o que a maioria das pessoas esperava. Você vê a cidade do jeito que já está e imagina que não vai ter evolução nenhuma”, disse Lucas Memória, estudante de Jornalismo.

Andrea Lima e Élder Xavier, ambos funcionários de uma instituição de ensino, contam que, por não acompanharem as campanhas dos candidatos, nem seus debates televisionados, votaram em Elmano por ele ser apoiado pelo ex-Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Já para Aline Porto, estudante de Direito, “vence quem tem mais dinheiro. As pessoas não procuram saber a história dos concorrentes, se importando apenas com aqueles que mais investem na sua candidatura”. Ela acredita que seria importante uma maior dedicação à camada mais humilde da população, principalmente aqueles que recebem o Bolsa Família, porque eles acham que, se ocorrer a mudança do gestor, vão deixar de receber o benefício.

“A pesquisa influencia bastante na opinião dos eleitores, o que faz com que muitos deles mudem de lado no último momento. Ou seja, as regras, tanto de pesquisa, como de financiamento de campanha deveriam ser revistas”, argumenta o estudante de Engenharia Civil, Gilberto Sales. “A sociedade não está preparada, nem disposta a mudar”, lamenta Guilherme Lopes, estudante de Letras da Universidade Estadual do Ceará.

Para outros eleitores ouvidos,  o que parece é que as pessoas têm esperança que o vencedor surpreenda e faça uma boa gestão com mudanças que beneficiem a todos.

Texto: Lidiane Almeida e Marina Freire
Orientação: Prof. Alejandro Sepulveda

Um primeiro voto de olho na ficha do candidato

Foto: Divulgação

No próximo domingo, 7 de outubro, 212.487 eleitores devem votar pela primeira vez para prefeito e vereador no estado do Ceará. Só em Fortaleza serão 7.078 jovens. Diante dos números, é fácil se perguntar quais critérios os novos eleitores utilizam para escolher seus representantes? Pelo partido? Por influência da família? Pela campanha?

Livia Rolim está entre os jovens que votarão pela primeira vez nessas eleições municipais.

Entrevistamos estudantes que declararam que um dos fatores mais importantes é o passado do candidato, o que esses já fizeram pela cidade e há quanto tempo estão na política.Mas o fator mais citado, além das propostas foi a importância da ficha limpa: a lei que deixa inelegível por oito anos qualquer candidato que tiver o mandato cassado,tornando os critérios eleitorais mais rigorosos. Essa é uma das preocupações da estudante de arquitetura Lívia Rolim: ‘’Acho que é importante conhecer o histórico de quem estou votando, o que foi dito sobre a integridade do candidato e se ele já fez algo de bom para a cidade. ‘’A ideologia dos candidatos também foi muito falada, pois alguns eleitores votam por se identificar com o conjunto de ideias que o candidatos apresentam,ideologia normalmente relacionada ao partido.

O que pareceu não influenciar tanto quanto se espera são as campanhas publicitárias, consideradas excessivas, repetitivas e que não passavam credibilidade, apenas apresentavam as propostas, mas que nem sempre conseguiam causar a empatia do candidato para com o eleitorado. A coordenadora do comitê juvenil de um partido, Edivania Moreira, analisa que, atualmente, os jovens não são muito interessados em política apesar de se importarem em melhorar o lugar onde vivem: ‘’Os jovens de hoje não gostam de política pois a só a relacionam à corrupção, mas por outro lado querem mudar para melhor o país, o estado, a cidade e o bairro em que vivem, estão espalhados em outros espaços como ONGs e clubes esportivos,ou seja: é difícil atraí-los para a política mas é fácil motivá-los a procurar melhorias sociais’’.

Por: Lia Moreira

Eleições diretas para o DCE marcadas para outubro

Depois de grandes desentendimentos no início do mês entre Diretório Central dos Estudantes (DCE) e os dirigentes estudantis de base, chegou-se ao acordo que prevê as  eleições diretas para o final do mês de outubro deste ano. Segundo Tiago Torquato, dirigente do Centro Acadêmico (C.A.) de Administração, na semana passada  aconteceram duas reuniões entre Reitoria da Unifor, representantes das entidades e da segurança onde a situação foi discutida. Na ocasião, foi acordado que o grupo do Conselho Gestor, mesmo contra as decisões do Conselho de Entidades de Base (CEB), continuará gerindo a diretoria até que sejam feitas as eleições. Para o gestor atual do DCE, Muniz Júnior, as entidades têm que regularizar a filiação ao CEB para serem reconhecidas e poderem participar do processo de escolha do novo representante do diretório. A grande novidade é que ambos os lados estão de acordo com as eleições.

Foto: Tiago Torquato

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