Mangabaju tem melhor resultado dos últimos quatro anos

A equipe Mangabaju Racing chegou de Piracicaba – São Paulo – depois de participarem da 17ª Competição SAE Baja Brasil. O grupo conseguiu o melhor resultado desde 2007.  

Fotos: Deborah Milhome

Durante o evento o grupo passou várias avaliações, sendo elas divididas em estáticas e dinâmicas. “Fazia três anos que esperava para participar das provas dinâmicas. Só por termos passado por elas e ter tido um bom resultado, valeu a pena”, afirma o capitão e piloto da equipe, Daniel Barbosa.

As avaliações dinâmicas são consideradas as mais dificeis e incluem: aceleração; velocidade; tração; supencion and track, e o enduro, que tem a duração de quatros horas e todos os competidores precisam ultrapassar as dificuldades impostas, como pista de barro, morros, ladeiras e depois um pouco de água no circuito.

Mangabaju Racing teve um resultado satisfatório, assim avalia Daniel Barbosa. “Participamos de todas as provas e temos um dos bajas mais velozes do Brasil, com 48 km/h de velocidade máxima e mesmo com a quebra ficamos entre os 40 no geral, de 67 equipes. Agradeço a todos que estavam torcendo por aqui (Fortaleza)”.  

Equipe da Unifor depois do enduro, prova dinâmica.

 

Diferenças na formação

Como no Norte e Nordeste do país existem poucas automotivas, os futuros profissionais dessa parte do Brasil tem uma dificuldade a mais, pois existe a carência de professores especializados neste assunto. Com isso, as universidades seguem focos diferenciados, o que necessariamente é fator que prejudica os alunos que participam de competições como a SAE Baja Brasil. “Não atrapalha, mas também não ajuda. Devido à escassez de indústria automotivas na região os cursos ficam voltados para outras áreas”, relata o capitã da Mangabaju Racing.

O Vice-diretor do Comitê Baja 2011, Rafael Serralvo Neto, durante a competição comentou a falta de profissionais em algumas regiões do país e ainda deixou uma dica para o alunos que desejam participar da disputa. “As dificuldades não estão apenas no norte e nordeste do país. Mas, fica a dica: Leiam bastante, existem muitas literaturas no ramo. Existe um porém, são todas em inglês, então para ser um bom engenheiro é essencial saber está língua”, contou ao declarar que o problema de falta de profissionais não é exclusivo do Norte e Nordeste.

Texto de Deborah Milhome

Intercâmbio acadêmico: estudar ou viajar?

A Universidade de Salamanca é um dos destinos para intercâmbio acadêmico mais procurados. /Foto: site quero morar fora


Quando se é jovem o sentimento de ter liberdade é maior do que em qualquer outra época da vida. Sair de baixo das asas dos pais, tentar se virar sozinho, pagar as contas, trabalhar, estudar… Esse é o sonho de muitos que estão nas universidades, por exemplo. O gosto da independência e a vontade de viajar livremente, conhecer pessoas do mundo inteiro, estar vivenciando culturas distintas, compreender o diferente e ter a oportunidade de estudar em um outro ambiente, sem falar na contribuição profissional que essa experiência pode proporcionar, são alguns dos fatores que levam inúmeros estudantes a fazer os intercâmbios acadêmicos.

Anualmente, milhares de estudantes brasileiros vão para o exterior pensando em estudar e também, porque não, curtir um pouco da liberdade, o que está incluído no pacote. Diante destes fatores, surgem as dúvidas: o que, realmente, leva um estudante universitário a fazer o intercâmbio acadêmico? Ele pretende aproveitar a estada no país estrangeiro só para estudar ou vai para curtir a liberdade e conhecer outras culturas? Ou, ainda, o curso é importante na decisão da escolha da universidade para a qual ir ou isso não tem muita importância?

De acordo com Higor Uchôa, estudante do curso de Comércio Exterior na Unifor e estagiário na vice-reitoria de extensão acadêmica, a maioria dos alunos que pretendem fazer intercâmbio geralmente não escolhem o país ou a universidade visando o curso que estão fazendo. “Muitos dos alunos que vêm nos procurar já têm um país em mente para fazer o intercâmbio. Nós procuramos orientá-los para irem a um local onde possam ter o melhor aproveitamento do curso. Por exemplo, para os alunos do curso de Comércio Exterior, eu recomendo muito irem para a Ásia, a Coréia do Sul, porque, por mais que seja um país muito exótico, o mercado de comércio internacional na Ásia é muito grande, tem muito a crescer, mas os alunos dizem que a língua é difícil. Por mais que você vá falar inglês lá, os alunos têm medo”, afirma Higor. Ele diz que os maiores destinos dos alunos da Unifor são Portugal e Espanha por causa da proximidade com a língua e também pela facilidade na hora da seleção.

Para Elisianne Campos, jornalista formada na Unifor, o curso foi essencial para decidir o seu destino de intercâmbio.”Pensei, claro, em encontrar uma universidade que tivesse algum curso compatível com o meu, com grades curriculares semelhantes”, explica. Em um ano na Universidade de Nice, na França, Elisianne cursou 23 disciplinas. Ela afirma que 90% dos estudantes partem para o exterior pensando em festas e viagens, mas, para ela, a situação foi diferente. No caso dela, a escolha de um país europeu foi com maturidade e consciência suficientes, pois sabia que não estava fazendo uma viagem de férias, mas para um período de estudos e superar as dificuldades com as diferenças culturais e com a língua.

Elisianne Campos conseguiu conciliar estudos e viagens: cursou 23 disciplinas na França./ Foto: arquivo pessoal

As diferenças entre o ensino superior brasileiro e o francês foram surpreendentes para Elisianne. “Acho a grade curricular dos cursos europeus mais variada, multidisciplinar e atraente. No curso de Comunicação temos contato com estudos voltados ao Direito, ao Audiovisual e à Antropologia”, conta. Outra vantagem apontada por ela é que nas boas universidades européias, o estudante encontra pessoalmente professores, teóricos e pesquisadores que o aluno pode consultar nas bibliotecas de qualquer universidade, internet etc.

Tirshen Maia Martins, estudante de Direito na Unifor, ficou seis meses na Espanha. De acordo com Tirshen, a principal razão de ter ido para o país ibérico e ter escolhido a Universidade de Salamanca foi o idioma e a tradição da universidade no curso de Direito. Ele afirma que fez duas disciplinas além de um curso de língua espanhola e, no tempo livre, aproveitou para viajar pelas cidades da Espanha e por outros países da Europa. Diferente de Elisianne, Tirshen relata que há muitas semelhanças entre o ensino superior brasileiro e o espanhol. “O ensino, na universidade que estudei, é semelhante ao praticado na Unifor, mas a interação entre alunos e professores, entre os próprios alunos, e a relação com a universidade como um todo é mais ativa”.

O intercâmbio acadêmico pode ser uma experiência enriquecedora para qualquer pessoa, basta que ela saiba aproveitar a universidade, o país e o tempo livre que tiver com responsabilidade. É importante que o estudante pense no seu curso, procure visitar os sites das universidades de interesse, assim como pesquisar as disciplinas que são disponibilizadas na grade curricular antes de decidir o país e a instituição de ensino superior pois o estudo é o principal propósito do intercâmbio.

Serviço
Vice-Reitoria de Extensão e Comunidade Universitária
Assessoria para Assuntos Internacionais
(1 piso – prédio da Reitoria)
 
Horário de atendimento: das 8h às 11h e das 14h às 17h
E-mail: intercambio@unifor.br/ international@unifor.br
Fone: + 55 (85) 34773127/ 34773253
Fax: + 55 (85) 34773064

Texto de Aline Veras

Café para o campus

O café que é distribuído diariamente pelo campus foi o um dos assuntos tratados pelo jornal de Bandeja nº 55. Além das garrafas térmicas que são deixadas nas salas de cada setor, há também o café que se vende no Centro de Convivência. Para os funcionários, a Universidade distribui 320 litros por dia.

Os nutrientes presentes no café e as alternativas para quem não consegue parar na terceira xícara também foram apurados pela redação do Labjor.

Para complementar, há a opinião de duas estudantes da Unifor. Uma toma café, outra, não.

Texto de Ariel Sudário

O primeiro passo para ser professor

 

Encontros científicos fazem com que alunos se aproximem da linguagem acadêmica./ Foto: site ujovem

Nesta sexta-feira, 22, no X Encontro de Iniciação à Docência, alunos apresentam seus trabalhos desenvolvidos tanto dentro da universidade, como em projetos de extensão. A professora do curso de odontologia da Unifor, Luciana Pequeno, destaca que é importante a apresentação do resultado dessas pesquisas para a comunidade acadêmica. Esses encontros fazem com que os alunos se acostumem à linguagem científica, propiciando experiência para quem tem interesse em seguir a carreira acadêmica.

A estudante de odontologia da Unifor, Andréa Whitehurst, esclarece que  o melhor da iniciação à docência é poder unir a teoria à prática.  É elaborar pesquisas e ao mesmo tempo ajudar a comunidade. Para ela, essa união evita os frequentes questionamentos dos alunos: “Por que eu estou aprendendo isso, se não vou usar?”. A estudante afirma que a mudança na universidade já começou, saindo de uma metodologia passiva para uma ativa, onde os alunos tenham mais voz.

Texto de Raphael B. Alves

Prorrogada a data para a seleção de voluntários

Divulgação

Participar de reuniões de pautas, edições de jornais e revistas, coletivas de imprensa com atores nacionais e ainda concorrer a um estágio remunerado, conta no currículo e na experiência. E tudo isso está disponível no Labjor, que prorrogou o prazo até o dia 26 para inscrições de novos voluntários.

São 17 vagas ao todo, nos setores de jornalismo impresso (10), digital(02), WebTv (02) e diagramação (03).

Os interessados devem ter disponibilidade no período entre 14h e 17h. Além disso, alguns pré-requisitos são necessários, dependendo da área desejada (Veja no banner acima).

No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar o histórico escolar recente e um breve currículo.

O processo seletivo será dividido em duas fases: a primeira é escrita e a segunda, uma entrevista com os aprovados na primeira.

Ao final do estágio, o aluno ganhará um certificado e ainda poderá usar como horas na cadeira de Atividades Complementares.

Boa sorte a todos e sejam bem vindos!

Informações:

Labjor – 3447 3105

Texto de Wolney Batista