Comer bem é comer direito!

Foto: Internet

Visando auxiliar a construção de uma sociedade mais saudável e bem nutrida, acontecerá entre os dias 26 e 28 de maio o 9º Fórum de Pesquisa em Nutrição.

A palestra de abertura será realizada amanhã às 18 horas no auditório da Biblioteca da Unifor e conta com a presença de Diana Magalhães, professora de Nutrição da Uece, e Núbia Bastos, professora do curso de Direito da Universidade. A primeira abordará o tema “Nutrigenética”, enquanto a outra explanará sobre o tema “Plágio em Pesquisa”.

Voltado para os alunos do curso de Nutrição (especialmente os concludentes), alunos da área de saúde e demais interessados, o Fórum oferecerá palestras, exposições das mais recentes pesquisas acadêmicas na área – através das apresentações de trabalhos de conclusão de curso – e apresentações de banners.

As inscrições já estão disponíveis aqui.

Programação:

 26 de maio, quinta-feira

14h às 17h30 | Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de produtos (Bloco D – Hall)

18h às 19h30 | Abertura do evento (auditório da Biblioteca)

27 de maio, sexta-feira

8h às 18h30 – Exposição de produtos (Bloco D – Hall)

8h às 11h30 | Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de banners

12h às 13h30 | Apresentação de banners (Bloco D – Hall)

14h às 17h30 – Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de banners

17h às 18h30 – Apresentação de banners (Bloco D – Hall)

28 de maio, sábado

8h às 11h30 | Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de produtos (Bloco D – Hall)

17h às 18h30 – Apresentação de banners (Bloco D – Hall)

Texto de Vivianne Rodrigues

O peso da obesidade infantil no corpo e na mente

Ser obeso na infância e/ou adolescência é, muitas vezes, um prenúncio desse estado na vida adulta, e, por isso médicos, nutricionistas e psicólogos veem a necessidade de dar uma atenção especial aos “quilinhos a mais” desde cedo. Essa é uma doença que atinge não só o corpo físico, mas também o lado psicológico de quem está acima do peso.

A obesidade não é um problema que incomoda somente na aparência. O excesso de peso se tornou uma preocupação na vida de muitas pessoas, pois, além do incômodo físico, pode provocar o surgimento de sérios problemas na saúde, como diabetes, artrite, artrose, dentre outros

Fotos: Internet

 A Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, divulgou em 2009 que o índice de sobrepeso e obesidade dos brasileiros aumentou significativamente desde 2005. Dos cerca de 54 mil adultos entrevistados em todos os estados, 51% dos homens e 42,6% das mulheres estavam acima do peso ideal para a idade.

As crianças e adolescentes também não escapam desses índices. Por conta da grande energia que têm, muitos jovens acabam direcionando esse vigor às comidas. Mas, segundo a nutricionista Evânia Cidrão, não é esse o motivo principal. “A obesidade pode estar atrelada a genética, a pais superprotetores, a ansiedade e a uma imensidão de outros fatores que só podem ser descobertos durante o tratamento”, revela.

A obesidade na juventude pode, ainda, estar ligada à diabete, ao hipotireoidismo (diminuição dos hormônios da tireóide, que refletem em quase todos os órgãos do corpo) e, principalmente, a distúrbios metabólicos.

Evânia afirma que o acúmulo de gordura no corpo é preocupante desde o nascimento, mas que essa dificuldade se intensifica a partir dos 6 anos, quando se torna possível calcular o Índice de Massa Corporal (IMC) e perceber em que nível o ganho de peso está.~

A nutricionista adverte, ainda, que é necessário que os pais estejam inteiramente conectados ao processo de perda de peso do filho, já que normalmente são eles os responsáveis por fazer as compras no supermercado e escolher o cardápio. “É preciso conscientizar toda a família, porque ficar sempre oferecendo mais enquanto o filho almoça também não pode”. Ela conta que o emagrecimento pode ser mais fácil durante a fase de crescimento. Segundo ela, se o jovem parar de engordar o desenvolvimento comum da idade tratará de distribuir o peso ao longo do corpo, facilitando o processo.

O lado psicológico também se envolve

Além de problemas alimentares, muitas vezes estão associados à obesidade os distúrbios psicológicos. Segundo Célia Nóbrega, psicóloga especialista no tratamento da obesidade, as disfunções mais comuns são a ansiedade, a depressão, a falta de controle dos impulsos, a fobia social, o alcoolismo, os transtornos do comportamento alimentar, como a bulimia, a anorexia e o transtorno do comer compulsivo. Todos estes males podem estar associados tanto à causa quanto à consequência do ganho de peso.

Muitos “gordinhos” têm sua auto estima diminuída como consequência do preconceito social pelo qual passam. Um assunto que se tornou bastante comentado nos círculos sociais atuais é o bullying, termo vindo da língua inglesa que remete a todas as formas de agressões, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas que acontecem sem motivo claro e são praticadas, em sua maioria, no período escolar, causando traumas e angústias, sem permitir ao agredido que se defenda.

Célia recomenda: para se tratar a obesidade, o paciente deve ser acompanhado por uma série de profissionais especializados, já que a obesidade é uma doença relativa a vários fatores, que precisam ser estudados e manuseados ao mesmo tempo com cautela e rigidez. Não é tarefa fácil lidar com o tratamento da obesidade na fase adulta e, ainda mais delicado, com os jovens. “Porque essas mudanças implicam em lidar com limites, com regras, com frustrações, com o novo e, nessas fases do desenvolvimento humano, não se lida bem com essas exigências”

A colaboração dos pais é fator de extrema importância no tratamento da obesidade e isso é unanimidade no discurso dos que lidam com o tratamento da obesidade. Eles precisam estar atentos às atitudes dos filhos e, principalmente ao seu comportamento, que é decisivo na construção da personalidade do filho e na aceitação e acolhimento dele, independente do seu peso.  

Quando o Bullying explode

 Nas últimas semanas o vídeo da reação de um garoto a insultos feitos por colegas virou hit na Internet. Casey Hynes, de 15 anos, disse que desde a segunda série do ensino fundamental, foi colocado para baixo, provocado e atormentado pelos colegas do colégio. Até que perdeu os amigos e se tornou um alvo ainda mais fácil aos que lhe perseguiam. Com mais de 500 mil acessos, as imagens mostram a resposta de Casey a provocações feitas durante a vida inteira. O adolescente chegou a pensar em suicídio.

E essa foi a resposta fulminante dele ao bullying:

Texto de Lia Girão

Você já ouviu falar em Noni?

Morinda ciitrifolia, nome científico do Noni, é um fruto de origem asiática usada para combater o câncer e a diabete. Bastante popular nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, o consumo no Brasil ainda é recente.  

Foto: Internet
 

O interesse na utilização do fruto surgiu quando começou o boato que o alimento teria propriedades farmacológicas e que mais de 120 doenças podiam ser tratadas e até mesmo curadas como o uso da planta e do extrato.

A partir da popularização do seu uso medicinal, uma pergunta passou a ser feita: aquilo era mito ou verdade?

Vários trabalhos científicos foram realizados com objetivo de avaliar se o Noni tinha realmente propriedades medicinais, como atividades antibióticas, antiinflamatório, analgésica entre outras.

Algumas perguntas já são respondidas. O suco do Noni contém alto teor de açúcar e de potássio, que pode ser prejudicial em diabéticos e em doentes renais. Em 2004, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) levantou dúvidas sobre a finalidade e a segurança do produto, baseadas em publicações científicas sobre a associação do consumo de suco de Noni a casos de toxidade hepática.

Por conta disso, a Anvisa proibiu a comercialização de produtos contendo Noni no Brasil, até que algum resultado real sobre o seu uso medicinal seja comprovado. “Medicamentos são os únicos produtos que possuem e podem alegar propriedades medicinais ou curativas e só podem ser comercializados depois de registro na Anvisa,que assegura sua eficácia e segurança”,afirmou a Agência.

A professora de nutrição da Unifor, Soraya Pinto, diz que conhece o fruto e sua fama medicinal. “O Conselho de Nutrição e os profissionais da área não recomendamos o uso do Noni. Além da Anvisa não ter liberado a sua comercialização, até o momento não há nenhum artigo científico constando que o acompanhamento do uso do Noni gerou alguma efeito positivo em alguém”, declarou a professora.

Até o momento, não é aconselhável o uso do Noni por pacientes em tratamento de câncer.

Conheça o fruto

A árvore do Noni pode atingir até 9 metros de altura e tem folhas largas, de cor escura. Tem formato oval, de cor verde e de tamanho que varia em 4 a 7 centímetros . Muito parecido com a fruta do conde. Quando colhido, tem uma cor branca e um cheiro muito forte e característico.

O fruto pode ser comido cru ou cozido. As sementes também são comestíveis após assadas. Mas, o suco do Noni é a forma mais popular.

Precauções com o consumo da fruta:

o Pós-operatório
o Nefropatas
o Diabéticos
o Pacientes em tratamento oncológico (radioterapia e/ou quimioterapia)
o Gravidez e lactação

Texto de Camila Silveira

Como se preparar para uma corrida?

 

Foto: Thalyta Martins

A Corrida de Rua da Universidade de Fortaleza (Unifor) irá acontecer no dia 12 de dezembro. As inscrições estão aberta até o dia 4 de dezembro. A competição é aberta para profissionais e amadores. Então, é bom se preparar, cuidar do físico e da alimentação. Mas, como fazer isso? O Labjor procurou profissionais que pudessem responder a esta pergunta.

A professora do curso de Educação Física, Carla Ribeiro, frisou que a Corrida de Rua da Unifor exige condicionamento físico, pois tem um percurso de 10km. “Essa corrida não é para uma pessoa sedentária, porque é necessário ter o corpo preparado para que não haja danos posteriores”. Treinamento contínuo, ter uma boa alimentação e ingerir muito líquido também são essenciais, segundo Carla Ribeiro. Ela alertou que a pessoa que deseja competir deve procurar uma orientação de um educador físico e também de um médico, para que possa saber se realmente está apto para participar de um corrida.

A professora do curso de Nutrição, Juliana Zani, declarou que o ideal é fazer uma preparação alimentar. Iniciar um mês antes da competição, mas se não conseguir, fazer uma preparação de pelo menos 24 horas, já ajudará a aumentar seu condicionamento. “O essencial é que essa pessoa ingira bastante carboidratos. No dia do evento, o competidor, depois do café da manhã, tem que descansar. Se não tiver esse tempo, deve-se comer menos, mas tem que ter um tempo para esse descanso. Lembrando que é importante consumir carboidratos nessas refeições”. Pão, biscoito, barra de cereal, entre outros, são alimentos que contém o que é recomendado pela professora.

Juliana Zani recomendou ainda beber líquido para que o corpo fique hidratado. “Se a corrida for de longa duração é necessário que a ingestão de água aconteça durante o percusso da prova. Com mais de 60 minutos é essencial tomar o repositor isotônico”.

 “Começou como um hobby”

 

Além de corrida, Thiago costuma praticar esportes radicais, como o Rapel./ Foto: arquivo pessoal

 

Thiago Moraes, 26, que corre há 11 anos e já ganhou uma meia maratona Pão de Açucar, contou que começou a praticar por que gostava. “Começou como um hobby. Eu sempre soube que fazia bem à saúde. Então, fui treinando e começando a participar de competições e não parei mais”. Ele relatou que, no começo, aconteceram inúmeras situações devido à falta de preparação e de orientação. “Teve uma vez que fui correr em Brasília. Não me alimentei direito e quando iniciou a corrida comecei a passar mal. Com pouco tempo eu estava vomitando e não teve como eu passar a linha de chegada ”.

Então, você que deseja participar, prepare-se, ainda dá tempo para aumentar suas chances, para, pelo menos, atravessar a linha de chegada. Alimente-se bem, procure treinar todos os dias e no dia 12 de dezembro venha conferir como seu desempenho aumentou. Boa Sorte!

Serviço
As incrições podem ser feitas pelo site da Unifor ou na Divisão de Assuntos Desportivos (DAD), no campus da Universidade.

  • Taxa de inscrição – R$ 30,00;
                               R$ 15,00 para pessoas acima de 60 anos, alunos, professores e funcionários da Unifor e funcionários de empresas do Grupo Edson Queiroz.
  • Horário de funcionamento do DAD – Segunda a sexta-feira, das 8h às 21h; 
                                                    Sábados, das 8h às 17h.
    Texto de Deborah Milhome

Vegetarianismo sem mitos

 

O Bandeja nº57 já está circulando no Centro de Convivência da Unifor. O plano de fundo verde da edição faz menção ao vegetarianismo. A professora do curso de Nutrição, Armênia Uchôa, fala um pouco sobre a escolha de não comer carne ou seus derivados, bem como faz algumas ponderações sobre os hábitos.

Uma sugestão de cardápio para um dia da semana também foi disponibilizado pela professora no jornal de Bandeja. Já o suco mais pedido no Centro de Convivência é o de laranja, fonte de vitamina C, cálcio, fósforo dentre outros elementos. Para quem gosta de soja, a salada Energia de Soja é bem simples de preparar e leva poucos ingredientes.

A sondagem de matrícula também ganhou espaço na edição, pois o planejamento para o semestre 2011.1 é importante tanto para os alunos quanto para a Universidade. Os estudantes que utilizam a ferramenta, possuem prioridade no ato da matrícula.

Texto de Suiani Sales