Pesquisa científica na internet atrai cada vez mais adeptos

Foto: Marina Duarte
Pesquisa ao banco de dados a partir do Unifor Online Foto: Marina Duarte

Quase cinco mil alunos da Unifor aprenderam sobre base de dados no ano de 2012. De acordo com a bibliotecária responsável pelo treinamento, Mírian Lima, a demanda do curso de base de dados oferecido pelo seu departamento está aumentando a cada ano. Cada vez mais professores e alunos entendem que aprender a manusear equipamentos de pesquisa científica online facilita a vida e melhora a pesquisa.

A biblioteca da Universidade de Fortaleza disponibiliza, semestralmente, treinamento que auxilia o ensino e a pesquisa através de plataformas digitais, como por exemplo, a biblioteca digital de Teses e Dissertações. O curso é ofertado para a comunidade em geral, incluindo alunos, ex-alunos, professores e funcionários da própria instituição, que podem participar de forma individual ou através de turmas. Foram 4.784 pessoas treinada em 2012.

São oferecidos dois tipos de cursos. O módulo individual possibilita o ajuste de horário conforme a disponibilidade do participante, enquanto o treinamento por turmas precisa de um agendamento prévio. O treinamento para turmas pode ser solicitado pelos professores, reservando com antecedência os laboratórios disponíveis. As inscrições para os treinamentos podem ser realizadas na própria biblioteca da Universidade.

Segundo Míriam Lima, o treinamento capacita as pessoas para a busca direcionada de conteúdo, facilitando o encontro da informação. “O curso utiliza algumas formas diferenciadas para o conteúdo científico, estimulando as boas práticas em torno do assunto pesquisado”, enfatiza. Para a bibliotecária, é importante destacar o treinamento, pois existe diferença entre as Bases de Dados, que podem ser gratuitas ou pagas, ofertando informações diversas.

Texto: Airton Baquit

 

TV Unifor é porta de entrada para o mercado de trabalho

* Matéria elaborada por aluno da Oficina de Jornalismo – Ciberjornalismo.

564456_349871901767854_500335818_nA experiência na TV Unifor tem um papel importante na formação ética, técnica e estética dos estudantes, que encontram nesse exercício uma oportunidade para desenvolver a prática profissional aliada a uma reflexão crítica sobre o fazer comunicacional. É Associada a ABTU – Associação Brasileira de Televisão Universitária, e tem como parceiros o Canal Futura, a TV Assembleia e o Itaú Cultural, além de exibir programas de universidades parceiras e produções independentes locais e nacionais.

Suellen Sales, estagiária da TV Unifor, em gravação externa.
Suellen Sales, estagiária da TV Unifor, em gravação externa.

“A experiência de trabalhar aqui é única” diz Suellen Sales, 23, aluna do 6º semestre do curso de Comunicação Social – Jornalismo, estagiária há 4 meses . Ela se prepara para gravar uma matéria para o programa Panorama, no Beco da Poeira, local onde se compra diversos produtos direto dos fabricantes. “Estar na TV Unifor fez com que eu entendesse como o telejornalismo funciona na prática, tô mais desinibida e preparada para o mercado de trabalho, mas acho que os estagiários daqui precisam de um lugar maior para se trabalhar.”

Os repórteres acompanharam as edições de um programa sobre o festival Cine Ceará, que traz de volta as lembranças dos filmes e do programa Cine Clube que conta a história do filme Araguaia Campo Sagrado (Labour Filmes), dirigido pelo professor Evandro Medeiros. Ainda na Unifor, no Espaço Cultural, acontece a gravação do making off da exposição Pulsações, de Rodrigo Frota e a exposição Harcourt – escultor de luz que acontecem de 24 de agosto a 7 de outubro. A entrada é gratuita.

Ensino, pesquisa e extensão

A TV Unifor entrou no ar em agosto de 2005, com o objetivo de oferecer à sociedade uma programação que privilegia o ensino, a pesquisa e a extensão. Os conteúdos oferecidos destacam-se pela experimentação, utilizando-se de novas linguagens e formatos. A TV Unifor produz 22 programas que colocam em pauta temas como saúde, direito, personalidades cearenses, cinema e música, coordenados pela professora Helena Cláudia Santos. A grade da emissora é composta por programas diários, semanais, quinzenais e mensais.

A emissora universitária é transmitida pela TV a cabo NET (canal 14), TV Diário (canal 22) e pelo portal do Jornal Diário do Nordeste (WEB Doc). Os programas são desenvolvidos por estagiários, que são acompanhados pela fonoaudióloga Karine Capistrano. Todos os programas são orientados por professores e profissionais de Comunicação e de outras áreas, como Engenharia Ambiental, Direito e Educação Física.

Texto: Bruna Vinuto e Glauber Peixoto

Formação de tradutores de olho na Copa de 2014

Estão abertas as inscrições para a 3ª Turma da Especialização em Formação de Tradutores pela Universidade Estadual do Ceará. O curso tem objetivo de formar tradutores para atuar no mercado de trabalho a partir de 2014, ano em que a capital cearense sediará seis jogos da Copa do Mundo, além de possibilitar que os alunos possam desenvolver pesquisas na área da tradução.

Durante o curso serão estudadas técnicas e teorias de tradução oral e escrita. Podem participar da seleção para essa especializaçãode tradutores profissionais graduados em todas as áreas do conhecimento, entretanto, é necessário ter habilidade comprovada em algum idioma, como Inglês, Francês ou Espanhol.

O curso acontecerá de agosto de 2012 a fevereiro de 2014, aos sábados, durante o período letivo, e de segunda a sexta-feira, nas férias de julho e janeiro. Somando uma carga horária total de 480 horas/aula.

Mais informações:
(85) 3101.2032
formacaodetradutoresposla@gmail.com

Texto: Lorena Cardoso
Orientação: Profa. Adriana Santiago 

Comer bem é comer direito!

Foto: Internet

Visando auxiliar a construção de uma sociedade mais saudável e bem nutrida, acontecerá entre os dias 26 e 28 de maio o 9º Fórum de Pesquisa em Nutrição.

A palestra de abertura será realizada amanhã às 18 horas no auditório da Biblioteca da Unifor e conta com a presença de Diana Magalhães, professora de Nutrição da Uece, e Núbia Bastos, professora do curso de Direito da Universidade. A primeira abordará o tema “Nutrigenética”, enquanto a outra explanará sobre o tema “Plágio em Pesquisa”.

Voltado para os alunos do curso de Nutrição (especialmente os concludentes), alunos da área de saúde e demais interessados, o Fórum oferecerá palestras, exposições das mais recentes pesquisas acadêmicas na área – através das apresentações de trabalhos de conclusão de curso – e apresentações de banners.

As inscrições já estão disponíveis aqui.

Programação:

 26 de maio, quinta-feira

14h às 17h30 | Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de produtos (Bloco D – Hall)

18h às 19h30 | Abertura do evento (auditório da Biblioteca)

27 de maio, sexta-feira

8h às 18h30 – Exposição de produtos (Bloco D – Hall)

8h às 11h30 | Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de banners

12h às 13h30 | Apresentação de banners (Bloco D – Hall)

14h às 17h30 – Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de banners

17h às 18h30 – Apresentação de banners (Bloco D – Hall)

28 de maio, sábado

8h às 11h30 | Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de produtos (Bloco D – Hall)

17h às 18h30 – Apresentação de banners (Bloco D – Hall)

Texto de Vivianne Rodrigues

Trabalho não mata, mas não é bom arriscar

 

Foto: Internet

Você está com um esgotamento físico e mental que se manifesta em comportamentos negativos, como, por exemplo, agressividade, mau humor, dificuldade de concentração e baixa estima, todos relacionados com o seu trabalho? Então, isso é a síndrome de Burnout. Que é um tipo de estresse ocupacional que reflete com maior grau e agudeza entre os profissionais cuja profissão exige um relacionamento constante com as outras pessoas.

A palavra é uma junção entre dois termos: burn (queima) e out (exterior). A síndrome acontece principalmente em trabalhadores altamente entusiasmados, que reagem ao estresse da labuta trabalhando ainda mais até entrar em colapso. Isso está relacionado ao que o trabalhador doa de si, ou seja, que investe no seu trabalho, e aquilo que recebe, como, o reconhecimento do chefe e dos colegas, disse psicóloga clinica Carmelita Gomes Rodrigues.

Ela descreveu que aquele tipo de esgotamento provocado pelo Burnout é bem diferente. “O estresse comum é um esgotamento pessoal com interferência na vida do indivíduo sem, necessariamente, estar relacionado ao trabalho do indivíduo”. Ao contrário da sindrome que envolve condutas e attitudes em relação ao exercício laborial.

As conseqüências

Dedicação excessiva a atividade e o reconhecimento profissional são as causas da Síndrome de Burnout que afeta o funcionamento biológico, psicoemocional e social da pessoa. Por isso, as pessoas que sofrem com aquele distúrbio perdem o interesse em se relacionar com os seus semelhantes e o desinteresse geral para com a vida. E tal desmotivação pode provocar um estresse crônico e levar ao quadro de cansaço emocional, isto é, a falta de energia e o sentimento de esgotamento afetivo, de acordo com Carmelita.

Outra conseqüência psicologia é que a pessoa começa a tratar os demais de formar fria, insensível e indiferente emocionalmente. Além desses resultados emocionais a síndrome pode provocar ainda, dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, dores musculares, insônia e crises de asmas, de acordo com o diagnóstico do psicólogo clinico, Fabrício Menezes.

Tratamentos

A Síndrome de Burnout tem cura. Para tratamento, é possivel o uso de antidepressivos e psicoterapia, recomendados por profissional qualificado para tal: psiquiatra, disse Fabrício Menezes e acrescenta: “Exercícios físicos e relaxamento são fundamentais”.

Já para Carmelita Gomes há maneira salutar de resolver o estresse provocado pelo esgotamento emocional que é a mudança ou da atividade profissional, caso a pessoa perceber que sua motivação seja incompatível com a atividade que levou desenvolver a Sindrome de Burnout. Como, por exemplo, um policial  que desenvolva esse distúrbio pode retomar sua funcionalidade e motivação para o trabalho após tratamento, mas perceber que não tem o perfil necessário para ser um policial ou descobrir que quer trabalhar com outra coisa. Essa transformação tem sido frequente entre os professores. “Que ao desenvolverem a Síndrome de Burnout passam a ser aproveitados em outras atividades na escola.”, disse a psicóloga.

Texto de Daniel Honorato