Labjor mais uma vez na Expocom

Os estagiários Camila Holanda, Wolney Batista, Erika Zaituni, e o estudante Aldeci Tomáz irão defender os projetos em Maceió / Foto: Thalyta Martins

Quem tem medo da pesquisa empírica?” é o tema do Congresso de Ciências da Comunicação da Região Nordeste (Intercom-NE), que ocorrerá na próxima semana, de 15 a 17 de junho. Este ano, acontecerá no Centro Universitário Cesmac, em Maceió (AL). O evento é direcionado aos estudantes, profissionais e interessados da área de Comunicação Social. Inserida no congresso ocorre a premiação aos melhores produtos em comunicação do Nordeste, a Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom). Os vencedores das etapas regionais concorrem na nacional, que acontecerá em Recife, no mês de setembro.

O Labjor irá disputar com a Liga Experimental de Comunicação, da Universidade Federal do Ceará (UFC), na categoria Agência Jr de Jornalismo. O jornal Sobpressão estará como Jornal-Laboratório Impresso, ao lado de O Berro (Universidade Católica de Pernambuco); Arrocha (Universidade Federal do Maranhão) e Gazeta Comunitária (Universidade Potiguar). Como Site Jornalistico, o Blog do Labjor estará ao lado de Imperatriz Notícias (Universidade Federal do Maranhão). O Mural da Justiça concorre com o IERC (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), na seção de Jornal Mural. Por fim, a revista Aldeota disputará com Acesso (Universidade Federal do Rio Grande do Norte); Agora Binhi – uma proposta para Imperatriz (Universidade Federal do Maranhão) e Poppin (Universidade Federal do Ceará).

Em 2010, a revista A Ponte e o jornal Sobpressão foram os vencedores em suas categorias na etapa nacional da Expocom.   

Texto de Camila Holanda

Comer bem é comer direito!

Foto: Internet

Visando auxiliar a construção de uma sociedade mais saudável e bem nutrida, acontecerá entre os dias 26 e 28 de maio o 9º Fórum de Pesquisa em Nutrição.

A palestra de abertura será realizada amanhã às 18 horas no auditório da Biblioteca da Unifor e conta com a presença de Diana Magalhães, professora de Nutrição da Uece, e Núbia Bastos, professora do curso de Direito da Universidade. A primeira abordará o tema “Nutrigenética”, enquanto a outra explanará sobre o tema “Plágio em Pesquisa”.

Voltado para os alunos do curso de Nutrição (especialmente os concludentes), alunos da área de saúde e demais interessados, o Fórum oferecerá palestras, exposições das mais recentes pesquisas acadêmicas na área – através das apresentações de trabalhos de conclusão de curso – e apresentações de banners.

As inscrições já estão disponíveis aqui.

Programação:

 26 de maio, quinta-feira

14h às 17h30 | Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de produtos (Bloco D – Hall)

18h às 19h30 | Abertura do evento (auditório da Biblioteca)

27 de maio, sexta-feira

8h às 18h30 – Exposição de produtos (Bloco D – Hall)

8h às 11h30 | Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de banners

12h às 13h30 | Apresentação de banners (Bloco D – Hall)

14h às 17h30 – Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de banners

17h às 18h30 – Apresentação de banners (Bloco D – Hall)

28 de maio, sábado

8h às 11h30 | Apresentação de trabalho de conclusão de curso (Bloco A – auditórios) e exposição de produtos (Bloco D – Hall)

17h às 18h30 – Apresentação de banners (Bloco D – Hall)

Texto de Vivianne Rodrigues

Blogs de moda: dinheiro ou visibilidade?

Os blogs surgiram como diários pessoais e, com o tempo, alguns usuários passaram a usar esse instrumento de comunicação como forma de ganhar dinheiro. Os que tratam de moda encaixam-se perfeitamente nesse grupo.

Fotos: blog My Scrap

Mulheres de todas as idades criam blogs de moda com o objetivo de trocar e divulgar informações sobre o assunto. Aline Castilho, do My Scrap, fez o blog em 2009 com o objetivo um pouco diferente: o de vender scrapbooks, que são álbuns onde é possível reunir fotos e recordações com o objetivo de preservar alguma memória. “Eu criei o blog quando estava desempregada. Depois voltei a trabalhar na área jurídica e não tinha mais tempo para me dedicar ao scrapbook, então comecei a fazer do blog um diário e escrevia sobre tudo que achava interessante”, relata.

A advogada passou a publicar fotos de roupas diariamente, mesmo sem entender muito de moda. A sua inspiração vinha de notícias via Internet.

Atualmente, existem mais de 19 milhões de blogs só no WordPress, segundo dados do próprio site. Qualquer um deles pode ser alvo de publicidade, mas para isso é preciso ter originalidade e persistência para obter destaque.

Muitos desses blogs acabam perdendo a essência de se fazer interessante, pois ficam focados apenas no dinheiro”, critica Aline.

Um fato que tem sido comum é que marcas de empresas têm procurado blogueiros para experimentar produtos e divulgar opiniões nos blogs. Dependendo da credibilidade que o blogueiro tenha, o fabricante é quem sai no lucro.

Texto de Bárbara Ferraz

Labjor na Aldeota

 

Já está disponível online a edição No. 39 da revista Aldeota produzida pelos estagiários bolsistas e voluntários do Laboratório de Jornalismo (Labjor). A edição especial surgiu a partir de um convite feito pelos editores da revista ao curso de Jornalismo da Universidade de Fortaleza. (Unifor).

Todo o projeto da edição, desde a escolha da capa até as editorias que entraram na revista, foi concebido na redação do Labjor. Um novo desafio, pois a revista aborda textos literários, diferentemente da maioria dos produtos feitos no Laboratório que têm uma linguagem mais jornalística. “Foi uma oportunidade de tirar os textos ficcionais da gaveta e poder mostrar uma vertente mais poética que tenho”, afirmou Camila Holanda, estagiária da redação do Labjor.

 Além de Camila, também Aline Veras, Ariel Sudário, Bruno Barbosa, Fabiane de Paula, João Paulo de Freitas, Lia Girão, Márcia Feitosa, Suiani Sales e Wolney Batista tiveram textos e fotos divulgados na edição.

Texto de Wolney Batista

Novo televisor em 3D dispensa o uso do óculos especial

Para ter a sensação em 3D o telespectador deve ficar de frente para o aparelho. /Foto: site Oficial da net

Parece até coisa de cenas de filmes onde tudo acontece no futuro. A Toshiba, porém, anunciou, no início do mês de novembro, no Japão, uma TV que possui tal característica. O aparelho é conhecido como: Glasses-less 3D REGZA e será feito em dois tamanhos (12 e 20 polegadas) para uso pessoal. A distância recomendada para assistir esta TV é de 65 centímetros.

O coordenador e professor do curso de Engenharia de Telecomunicações da Universidade de Fortaleza (Unifor), Wellington Brito, apontou alguns pontos que podem ser considerados como problemas. “Primeiro, a qualidade da experiência 3D não é a mesma das tecnologias existentes (com óculos). Segundo, existe restrição de posicionamento do expectador em frente a TV, para obter o efeito 3D – Imagine (Imagens 3D), os espectadores devem sentar em um ângulo específico por horas a fio. Além disso, você precisa sentar-se bem perto da TV; coisa não muito recomendada se você se preocupa com suas retinas”, ponderou ao explicar que as limitações têm implicações culturais, como por exemplo, no Brasil, onde assistir TV é um ato realizado coletivamente, enquanto que a proposta da Toshiba é que a televisão seja individual.

Wellington Brito explicou como irá funcionar essa tecnologia. “Existe um processo de sobreposição da mesma imagem levemente deslocada que o nosso cérebro converte em uma imagem só, criando a ilusão de profundidade. Este trabalho de separação da mesma imagem que era feito pelos famosos óculos, agora passa a ser feito por uma película inserida na tela da TV, chamada de lenticular, constituída de minúsculas lentes na parte inferior de um filme especial”. Ainda afirmou desconhecer o andamento de alguma pesquisa na área, no Brasil.

O coordenador destacou que os aparelhos com a tecnologia 3D ainda continuarão com os famosos óculos, mesmo com o lançamento deste que dispensa o acessório. “Diria que ainda teremos mais 3 a 4 anos para ter esta tecnologia disponível comercialmente em TVs de grandes dimensões. Até lá, ficaremos com as tradicionais”, profetizou.

Texto de Déborah Milhome