Trabalhos artísticos de crianças são exibidos em mostra

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Começa hoje o espetáculo e a exibição de artes da 14ª edição da Mostra Criança e Arte (Criarte). O evento, gratuito, acontece até amanhã, 3 de dezembro, no Teatro Celina Queiroz, às 18 horas, com programações diversas.

O evento ocorre anualmente e é composto pelas crianças que estudam na Escola de Aplicação Yolanda Queiroz, tendo como propósito valorizar o espaço criativo das crianças. Nesse ano, o Criarte conta com a participação de 157 alunos, sendo 14 apresentações embasada no tema Meu Brasil Brasileiro, Ritmos do Brasil.

Acontecerá, ainda, mostras de trabalhos desenvolvidos pelas crianças, como quadros e telas. A exibição artística conta com apresentações de coral, danças e teatro, abordando as seguintes performances: Dança Brasileirinho, Samba, Maxixe, Balainha, Dança Gaúchas, Ciranda Pantaneira, Mulher Rendeira, Frevo, Dança do Coco, Xaxado, Farinhada, Capoeira e Samba de Roda, Bumba meu Boi, Carimbó e Dança do Parintins.

Serviço

14ª edição da Mostra Criança e Arte

Data: 2 e 3 de Dezembro
Hora: 18h
Local: Teatro Celina Queiroz
Entrada: Gratuita

Texto: Giovânia Alencar

“Essa é uma noite de afeto”

Eroltide Onório, João Jorge Raupp e Fabio Barbieri. Foto: Avner Menezes
Eroltide Onório, João Jorge Raupp e Fabio Barbieri. Foto: Avner Menezes

Abriram-se as cortinas e três músicas instrumentais soaram dando início ao lançamento do livro A Homofobia nas Famílias da Minha Terra, de João Jorge Raupp Gurgel, que ocorreu ontem, no Teatro Celina Queiroz, da Unifor. O livro nasceu de um projeto acadêmico, vindo da sua tese de mestrado, sendo concluído como um “projeto de vida e um sonho a ser realizado pelo autor da obra”, assim disse Fabio Barbieri, colaborador do livro e terapeuta do escritor.

João Jorge Raupp é portador de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) desde 2007, o que o deixou tetraplégico e com dificuldades para se comunicar. Ele foi colocado no palco com a ajuda de sua mãe, e suas palavras foram escutadas por meio de um áudio pré-gravado direcionado especialmente para aquela noite. A gravação falava sobre o conteúdo abordado no livro, mostrando dados estatísticos e a importância da discussão sobre a homofobia nos tempos atuais.

O palco foi composto pela rápida presença da professora Sandra Helena, – ligada à psicologia, ao direito e ao jornalismo da Unifor – que homenageou João Jorge, falando de sua carreira profissional. Rosendo Amorim, professor da área do Direito na Universidade, esteve presente como cerimonialista. Ademais, o evento também contou com o comparecimento de Erotilde Honório, diretora de Comunicação e Marketing do Campus, e o já citado Fabio Barbieri, colaborador do livro.

Foto: Avner Menezes
Foto: Avner Menezes

Impossibilitado de dar aula, hoje, João Jorge trabalha como escritor e pesquisador, já planejando a sua próxima obra. A Homofobia nas Famílias da Minha Terra é seu primeiro livro, trazendo nele “a vocação de sua família de importar-se com as minorias e seus problemas”, assim disse Erotilde Honório. “Em contato com a violência e discriminação contra os homossexuais, no exercício da sua profissão de psicólogo, João Jorge vive de muito perto essa condição e traz à luz o reconhecimento desta realidade de rejeição e desrespeito, exatamente no seio da família, local onde o indivíduo primariamente conta ou deveria contar com a proteção, o afeto, a compreensão e a aceitação das diferenças com naturalidade”, acrescentou Erotilde, tratando sobre o paradoxo da vivência afetiva que os indivíduos têm no contexto familiar, tema colocado no corpo do livro.

Fábio Barbieri, que acompanhou de perto o estado de saúde de João Jorge, teve grande dificuldade para falar no palco. Com uma breve pausa tomada pelo seu choro, ele conseguiu finalmente agradecer. “És uma grande pessoa, tanto como professor e como mestre. Obrigado por acreditar no meu trabalho”. A frase de Erotilde Honório, logo em seguida colocada, pôde resumir bem aquele evento: “Essa é uma noite de afeto”. A plateia estava repleta de familiares e alunos que se emocionaram com a presença do professor João Jorge.

Jáder Alencar, estudante de psicologia, lembra quando foi seu aluno, “já tive aula com ele durante pouco tempo, menos de um semestre, ele teve de sair por conta da doença. Sem dúvidas foi um ótimo professor”. O lançamento do livro teve, ainda, um coquetel como encerramento e um espaço destinado à venda dos livros.

Texto: Giovânia Alencar

Unifor traz o lançamento do livro “A Homofobia nas Famílias da Minha Terra”

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Será lançado na Unifor, nesta quarta-feira, 13, o livroHomofobia nas Famílias da Minha Terra, de João Jorge Raupp Gurgel, ex-professor de psicologia da Unifor. O evento ocorrerá no Teatro Celina Queiroz, às 19 horas, aberto ao público, contando com a parceria da Central de Eventos do Núcleo Integrado de Comunicação (NIC) e do departamento de Marketing.

A fim de desmascarar o preconceito em volta dos homossexuais, João Jorge coloca em sua obra os tabus e os dilemas que estas pessoas enfrentam sob o contexto da inserção de uma família majoritariamente heterossexual. O livro trata sobre os direitos humanos, a homofobia e os impactos psicológicos que os homossexuais vêm sofrendo.

O interesse pelo tema, por parte do autor, veio de vivências pessoais e estudos na área. João Jorge é mestre em Psicologia e possui especialização em Abordagem Sistémica da Família e em Epistologia e Filosofia da Psicologia.

Em 2007 ele foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), o deixando tetraplégico. Hoje, aos 54 anos, ele se comunica através de um Tobii PCEye, um aparelho que funciona por meio de um computador contendo sensor de movimentos oculares do paciente. Ele começou a escrever o livro após o consentimento da doença, funcionando como uma extensão da sua tese de mestrado, por abordar a mesma temática sobre a homossexualidade.

Serviço

Lançamento do livro ” A Homofobia nas Famílias da Minha Terra”, de João Jorge Raupp Gurgel

Dia: 13 de novembro, quarta-feira
Hora: 19h
Local: Teatro Celina Queiroz
Aberto ao público

Texto: Giovânia Alencar

Meio de madeira, muito de verdade

Foto: Lara Albuquerque
Foto: Lara Albuquerque

A história do menino meio boneco, meio de verdade, chega aos palcos do Teatro Celina Queiroz. A conquista do menino de madeira que consegue se transformar em uma criança de carne e osso, é recontada de geração em geração, desde sua primeira edição no livro do italiano Carlo Callodi (em 1883), para o público infantil. O conto de fadas é um retrato dos valores morais que cada ser humano conquista desde muito pequeno, como falar a verdade.

 O espetáculo teatral Pinóquio é uma montagem do grupo Mirante (grupo de teatro da Universidade de Fortaleza), dirigido por Kelva Cristina, e entrou em cartaz no último final de semana (21 e 22). Os outros dias de exibição da peça serão nos dias 28 e 29 de setembro e 5, 6, 12 e 13 de outubro, tendo início às 17 horas. O valor do ingresso custa 20 reais a inteira, e 10 reais a meia.

Foto: Lara Albuquerque
Foto: Lara Albuquerque

O tema abordado pela história tem foco no público infantil, mas a montagem abrange uma visão que conquista todas as idades. “É um espetáculo infantil, mas nós vemos os olhos dos pais brilhando tanto quanto os das crianças enquanto acompanham as aventuras do Pinóquio. A plateia é bem participativa no enredo e, por vezes, os pais se empolgam ao se envolverem com tudo que acontece em cena”, afirma Eurico Mayer, ator que interpreta Pinóquio.

SERVIÇO

Local: Teatro Celina Queiroz

Dias: 28 e 29 de setembro e 5, 6, 12 e 13 de outubro

Horário: 17 horas

Entrada: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Texto: Beatriz Santos

Teatro Celina Queiroz apresenta ‘A Mecânica das Borboletas’

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O Teatro Celina Queiroz apresenta, nos dias 02, 03 e 04 de agosto, a peça A Mecânica das Borboletas, com texto inédito do dramaturgo Walter Daguerre e direção de Paulo de Moraes.

Tendo como cerne da trama a relação entre dois irmãos separados por um longo período, a peça tem seu elenco formado pelos atores Ana Kutner, Otto Jr., Suzana Faíni e Eriberto Leão.

Retomando agora a turnê estreada em janeiro de 2012, A Mecânica das Borboletas contará com três apresentações no Teatro Celina Queiroz: sexta e sábado, às 21h; e domingo, às19h.

Quanto à sinopse da peça, Remo e Rômulo são dois irmãos gêmeos que moram com os pais numa pequena cidade de interior, no sul do Brasil. Aos 18 anos, Rômulo foge de casa levando as economias da família. Após 20 anos sem dar notícias, ele retorna provocando conflitos e reações diversas

O Teatro Celina Queiroz é um reconhecido espaço de divulgação das artes cênicas no estado do Ceará, com capacidade para mais de 300 pessoas, além de palco de eventos acadêmicos e culturais da Universidade de Fortaleza, bem como de manifestações artísticas da cidade de Fortaleza.

 

Serviço

A Mecânica das Borboletas

Dias: 2, 3 e 4 de agosto de 2013
Sessões: sexta e sábado, às 21h; e domingo às 19h
Ingressos:  R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Vendas: Bilheteria do Teatro Celina Queiroz, de 9h às 11h30, e de 13h30 às 20h
Informações: 3477 3033 ou 3477 3175

Texto: Lia Martins