WhatsApp conquista mais de 250 milhões de usuários

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Foto: Divulgação

O aplicativo WhatsApp virou febre entre os donos de smatphones e já ultrapassa 250 milhões de usuários ativos por mês. Com ele, as pessoas podem trocar mensagens instantâneas sem pagar nenhuma taxa.

Apesar de estar ainda longe de superar o Facebook em número de adesão, este com 1 bilhão de usuários, o WhatsApp já passou de uma das maiores sensações das redes sociais, o microblog Twitter, que conta com 200 milhões.

No aplicativo são trocadas, em média, 18 bilhões de mensagens por dia e também é possível mandar imagens e vídeos. Lidiane Almeida, estudante de Jornalismo, adora a sua praticidade, “se eu quiser mandar uma foto ou um vídeo, não preciso entrar no Facebook ou gastar horrores com uma MMS, basta mandar pelo WhatsApp e a pessoa vai receber quando tiver acesso à Internet”.

Além da troca de mensagens pessoais, também podem ser criados grupos com várias pessoas conversando entre si. “Tenho mais de cinco. Acho mais fácil de interagir, porque quando quero mandar algo pra várias pessoas, posso mandar de uma só vez no grupo, né? São bons porque é como um grupo de amigos conversando em algum lugar, só que ao invés de ser pessoalmente, é pelo celular.” Para ela, como para outras milhares de pessoas no mundo, deixar o aplicativo de lado é quase impossível. “Tive que passar um dia sem ele porque mandei meu celular pro conserto. Fiquei desesperada! Baixei para o celular da minha mãe e adicionei os amigos que eu mais conversava”.

O WhatsApp pode ser baixado por quem tem dispositivos IOS (Iphone), Android, Blackberry e Windows Phone. Ele custa U$0,99 centavos ao ano, mas em alguns sistemas o primeiro ano é gratuito.

Texto: Thaís Praciano

Brincadeiras do Dia da Mentira ainda são tradição

Como já é de costume, no dia 1º de abril as pessoas fazem brincadeiras umas com as outras, mentindo e enganando só para ver se a outra pessoa vai acreditar na mentira ou não. Mas não são só as pessoas comuns que fazem pegadinhas umas com as outras: agora existem empresas, principalmente as de tecnologia, que fazem pegadinhas com quem visita seus sites, publicando novidades e lançamentos falsos e absurdos, trollando os internautas.

Uma dessas empresas é a Google que criou o Gmail Blue, que seria um novo suposto serviço que deixaria o gmail todo azul. Ela inventou também a Google Noseque faria uma busca por cheiros após ser digitada uma palavra chave e, como último exemplo,  o fim do Youtube.

Gmail Blue. Foto: Reprodução
Gmail Blue. Foto: Reprodução

A Google também criou um mapa do tesouro no Google Maps, transformando o serviço num antigo mapa de exploração de tesouro; além da notícia do Google Glass ter sido criada por Leonardo Da Vinci que foi dada pelo site Mashable.

Google maps. Foto: reprodução
Google maps. Foto: reprodução

O Twitter também brincou com seus usuários dizendo que iria cobrar pelo uso das vogais nas mensagens. Quem também participou da brincadeira foi a Apple que publicou um anúncio no site IGN do seu videogame iPlay.

Twttr. Foto: reprodução
Twttr. Foto: reprodução

A verdade sobre 1º de abril 

  A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril.

 Em 1562, porém, o papa Gregório XIII (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão – o chamado calendário gregoriano – em que o ano novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data.

Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior – apelidados de “bobos de abril” – presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo.

Texto: Lia Sequeira

Campanha “Manda pra gente” incentiva alunos

Foto: Eduardo Cunha
Foto: Eduardo Cunha

No último Focom, que aconteceu no dia 5 de março no Teatro Celina Queiroz, os alunos da Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade) tiveram a oportunidade de conhecer a Campanha “manda pra gente”. A hashtag #mandapragente foi criada com o objetivo de incentivar a sugestão de pautas, envio de matérias completas e outros produtos que tenham sido feito pelos alunos dos dois cursos em disciplinas ou de forma independente e que ainda não foram publicadas ou veiculadas.

Com a campanha, torna-se possível a interação entre os estudantes em geral com estagiários, voluntários e professores do Núcleo Integrado de Comunicação (NIC). Ao mandar a sugestão de pauta, o aluno pode ter a chance de ver sua matéria produzida sendo publicada no Blog do Labjor. Para isso, ela passará por um processo de edição e correção feitas pelos professores plantonistas.

Esse incentivo é uma maneira de enriquecer a produção diária da redação do NIC e promover pautas que interessam a todos os alunos. A ideia é também de inclusão. Qualquer aluno que tiver interessado em escrever para o blog basta mandar a sugestão de pauta pelo Twitter com a #mandapragente ou enviar um email para blogdolabjor@gmail.com.

Texto: Priscila Baima

Twitter funciona como eco da televisão

Foto: Divulgação

Uma pesquisa realizada pela E.Life, empresa líder em monitoração e análise de mídias sociais da América Latina, mostrou que 40% dos assuntos do microblog são ligados a programação exibida pelas redes de televisão. Com comentários positivos ou negativos, os Trending Topics apontam que a programação televisiva, muitas vezes, fica em primeiro lugar nos assuntos mais discutidos, seja no Brasil ou no mundo.

Por meio dos comentários do Twitter, é possível perceber que o costume de assistir televisão não foi abandonado pelos jovens. Fazer comentários, sejam eles irônicos, críticos ou com elogios é comum na rede social, e tudo vira motivo de polêmica ou piada. Thalita Martins, estudante de Jornalismo, explica como assistir TV ficou mais interessante para ela quando se pode acompanhar, ao mesmo tempo, pelo twitter: “Algumas pessoas que eu sigo são muito criativas e fazem associações engraçadas, bobas, mas também inteligentes sobre as programações. Muitas vezes, escolho o que assistir por causa do twitter. Dá para você saber o que tá passando em vários canais sem precisar sair zapeando, só pelos assuntos comentados na rede social. Os twitteiros são ótimas companhias!”

Os comentários também influenciaram a estudante de Jornalismo Ana Beatriz Vieira. Ela conta que foi por causa do twitter que sentiu vontade de assistir ao reality show musical The Voice Brasil. “Como tava sem nada para fazer e o pessoal tava falando muito, fui ver qual era a do programa. Acabei me divertindo mais com os tweets do que com o programa em si”. O primeiro episódio mostrou um índio cantando música sertaneja e se tornou um dos assuntos mais comentados do domingo, 23 de setembro.

Na contramão, há aqueles que se sentem incomodados, como Danielle Bezerra, também estudante de Jornalismo. “Evito ter participação. Esses tweets são a prova concreta de como a cultura está massificada e como o público parece gostar de fazer parte disso.” Ao contrário dela, Kennedy Romualdo, estudante, conta que costuma tweetar sobre o que está acontecendo no momento. “Quando não tenho nada para fazer, entro na internet e assisto TV simultaneamente, vejo o movimento acontecendo e interajo também. É chato para quem não assiste e não gosta, mas é melhor participar do que ficar só observando e/ou reclamando.”

Movimento #oioioi e Nina congelada

A telenovela Avenida Brasil foi um fenômeno de menções no microblog, durante toda a sua exibição. Diariamente, no momento da abertura, com a música Kuduro, as hashtags #oioioi’s apareciam em todas as páginas dos usuários. “Durante a novela, todas as noites, o twitter parava no ‘oi oi oi’, enchia a timeline e entrava nos Tending Tpics Brasil, diariamente”, comenta Danielle.

A cada fim de episódio, a trama congelava a imagem de um personagem . Então, no capítulo 100, várias pessoas aderiram ao estilo e congelaram as fotos de seus perfis, inclusive famosos como William Bonner, que postou uma foto sua e de sua esposa e jornalista, Fátima Bernardes.

Um vídeo mostra a busca de “oi oi oi” em tempo real, durante a reprise do último capítulo.

Texto: Lidiane Almeida

Twitter foi tema do primeiro dia do Desencontro

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O painel “Twitter: como fazer a diferença em 140 caracteres?”, que aconteceu no 1º dia de Desencontro 2012 (29/03), evento sobre mídias sociais, contou com a presença de cinco twitteiros que conseguiram se destacar “no mundo do www”. Foram discutidos a originalidade e o ambiente descontraído das redes sociais, que abrem espaço para que os usuários expressem seus pensamentos.

Segundo dados da empresa francesa de métricas, Semiocast, o Brasil ultrapassou o Japão e se tornou o segundo País no uso do Twitter, com 33,3 milhões de usuários. Para o twitteiro Luilton Pires, criador do perfil @anonimofamoso, esse crescimento se deve à vontade do ser humano de ter poder e querer agradar. “A nossa maior necessidade é ser ouvido”, sintetiza. Gustavo Braun, @nairbello, também observa que as pessoas buscam no Twitter a chance de ser popular. “Existe essa sensação de que é preciso ter um milhão de amigos.”

Os participantes do painel contaram como conseguiram se destacar e usar a Internet como um meio profissional. Homenageando o trapalhão Mussum, o twitteiro Leandro Santos conquistou os internautas com o @MussumAlive e, depois de um ano, sua renda vem do blog, que, atualmente, tem mais de 20 mil visitas diárias. Ronaldo Monfredo, criador da @samara7days, acredita que o sucesso do perfil de sua personagem veio não só da necessidade que as pessoas têm de ver algo engraçado na Internet, mas também pela possibilidade de interagir. “As pessoas querem ter voz. Elas me mandam tweets, eu melhoro e dou os créditos. Eu não pesquiso muito, porque o público contribui bastante.”

Questionada se o Twitter serve também para fazer alguma coisa útil, além de fazer piada, a blogueira e criadora do @pedreiro_online, Bic Muller, enfatiza que, quem quer audiência e ser referência na web, deve ir além do fazer comédia. “Quem tem blog, tem a obrigação de divulgar projetos sociais e fazer campanhas para o bem”, afirma.

Texto e fotos: Thalyta Martins
Orientação: Alejandro Sepúlveda