Conexão sem fio da Unifor passará por upgrade

Foto: Samara Costa

Motivo de reclamação por parte dos usuários, a internet sem fio oferecida passará por mudanças, como o aumento da velocidade e uma maior área de cobertura. Alexandre Bastos, administrador de sistemas do NATI – Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação, afirmou que em novembro chegam ao Brasil os novos equipamentos de internet sem fio. No Bloco K já existe uma instalação em fase de teste. Nos próximos meses o acess point (aparelho que permite a conexão) chegará aos Blocos D e M.

Ainda, de acordo com Alexandre, em horários de pico, como os horários CD da manhã e AB da noite, existem cerca de 2.600 conexões simultâneas. “Todo mundo tem um dispositivo móvel e quer conectá-lo. Então, existe uma dificuldade em administrar uma rede sem fio tão grande como essa”. Ele mostrou um gráfico informando os valores de conexão no momento da reportagem: 1.254, às 16:44.

Segundo Hilca Lavor, 24, estudante do curso de Nutrição, existem diversos problemas na conexão sem fio oferecida no Campus da Unifor. “A internet é péssima, é lenta e cai muito. Tem dia que no Centro de Convivências não pega. Teoricamente, uma internet wi-fi é pra funcionar em todo canto, não é?”, questiona a estudante.

Sobre reclamações desse tipo, Alexandre comenta: “Vamos fazer uma comparação: se você quiser abastecer mil casas com apenas um cano d’água, vai dar certo? Não vai. Vai faltar água pra muita gente.” Para ele, existe uma dificuldade em administrar o sistema, devido à grande demanda de usuários conectados. Entretanto, com a nova aquisição de equipamentos e um novo projeto de rede que será implementado, irá melhorar bastante, conclui.

Texto: Glauber Peixoto

Mais wi-fi no campus

O equipamento de marca Cisco vai ampliar o acesso à internet. Foto: Luiza Costa

Começaram a ser instalados os novos equipamentos de rede de internet sem fio da Unifor. O primeiro prédio a ser beneficiado é o bloco K. A expectativa é que no próximo semestre todos os blocos já possuam os novos equipamentos, e a conexão aumentará em 6 vezes a velocidade e capacidade em toda a extensão do campus .

Segundo Alexandre Bastos e Jeovani Lima, administradores de Sistemas do Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação, que hoje (29) começam a instalar os novos aparelhos, o maior desafio da internet sem fio na Unifor, é a grande densidade de alunos que acessam ao mesmo tempo a rede. O Bloco K é um dos que tem mais demanda, por isso o teste dos novos equipamentos foi realizado lá. No primeiro teste, observou-se que 500 pessoas se conectaram ao mesmo tempo.

O projeto de Wi-Fi foi iniciado em 2005, nessa época não haviam muitos aparelhos que fossem compatíveis. Então era possível alugar na biblioteca um modem que era ligado aos notebooks, e acessar por lá mesmo. Um acesso rudimentar. Aos poucos, outros pontos de acesso foram incorporados até o serviço que se tem hoje.

No entanto, com a facilidade de se adquirir smartphones, netbooks, notebooks e tabletes o número de usuários aumentou de tal forma que e o suporte não está sendo mais suficiente para todos. Contudo, com os novos equipamentos importados que possuem alta densidade, os alunos terão internet de melhor qualidade e rapidez.

O equipamento de marca Cisco trouxe um alívio para os organizadores do Intercom 2012, que esperam a visita ao campus de mais quatro mil pessoas de todo o país a mais na próxima semana.

Texto e fotos: Luiza da Silva Costa
Orientação: Profa. Adriana Santiago 

Internet grátis nos aeroportos apresenta problemas em Fortaleza

Foto: Divulgação

O acesso à Internet paga no aeroporto Pinto Martins em Fortaleza existe desde maio de 2003, tendo sua qualidade muitas vezes não compatível com a necessidade dos passageiros e, por este motivo, não alcançou as expectativas esperadas. Com isso, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) lançou acesso gratuito à Internet. Atualmente está disponível em dez aeroportos: Recife, Galeão, Pampulha, Porto Alegre, Guarulhos, Fortaleza, Brasília, Congonhas, Santos Dumont e Salvador, tendo em vista, para breve, a liberação também para os aeroportos de Natal, Curitiba, Campinas e Manaus.

O passageiro que tiver interesse em experimentar o serviço terá que realizar um cadastro que é feito no momento em que o navegador é aberto. Logo após este procedimento, é preciso que se insira a senha do código de barra Infraero, pois assim estará liberando o acesso à rede, que possui duração ilimitada, e uma única vez por cada viagem. De acordo com o site da Infraero, os passageiros que embarcaram no aeroporto internacional de Recife obtiveram sucesso ao acessar a Internet gratuita e, por este motivo, a empresa divulgou que a qualidade do serviço foi elogiada por diversos viajantes. Já no portal de notícias do G1, foi publicada uma matéria relatando exatamente o aposto, ou seja, o quanto as pessoas estavam insatisfeitas com a conexão e o quanto a mesma possui falhas.

Segundo o levantamento feito pelo portal, 50% dos passageiros conseguiram usar a Internet, mas com limitações no acesso. Foram realizadas pesquisas em todos os aeroportos que possuem o serviço e a partir dos resultados foi comprovado que a melhor e a pior conexão estão no Rio de Janeiro. Enquanto no Galeão, 80% dos passageiros conseguiram acesso, no Santos Dumont apenas 20% conquistaram resultados satisfatórios com a conexão.Devido ao aumento do número de aparelhos celulares com acesso a Internet, a população, atualmente, está tendo cada vez mais oportunidades de acessibilidade e também de passatempo. Colaborando desta maneira para que uma maior parcela da população começasse a descobrir novos meios de conexões. O que antigamente era considerado como uma espera longa, hoje se torna um momento prazeroso, devido ao pouco tempo que as pessoas estão passando nos aeroportos como também pela oportunidade de acesso grátis a Internet.

Foto: Divulgação

A professora Adriana Santiago viajou no último dia 21 de abril para Recife e se prontificou a testar o serviço para o Blog do Labjor. Em Fortaleza, o balconista da empresa aérea não sabia informar nada sobre o serviço e, no balcão de informações da própria Infraero, a informação foi incompleta. Tanto que não conseguiu o acesso. “Aqui em Fortaleza eu via a rede bloqueada da TIM e livre a da Infraero, mas o browser (navegador de internet) não abriu nenhuma janela. Tentei os 20 minutos que passei na sala de embarque. Já em Recife, não precisei nem do número do cartão de embarque, bastou colocar o número do meu telefone TIM e o CPF que acessei rapidamente o wi-fi da operadora do saguão do aeroporto. E vi que todas as outras operadoras estavam disponíveis. Fiquei com a impressão de que o problema em Fortaleza foi a informação contraditória”, comenta a professora de Oficina de Webjornalismo.

De acordo com o serviço de atendimento da Infraero, a divulgação começou a ser feita com a entrega de panfletos dentro dos aeroportos e também por meio da internet, que fez com que os passageiros tivessem mais conhecimento sobre a novidade.

Texto: Otelino Braga
Orientação: Profa. Adriana Santiago