[Ensaio] Workshop de fotografia de moda

Foto: Photonic
Foto: Photonic

No último dia 13 foi realizado o primeiro workshop da série “Workshops do PhotoNIC”, uma ideia que nasceu com o intuito de enriquecer os conhecimentos dos estagiários da célula de fotografia do Núcleo Integrado de Comunicação.

O primeiro trabalho consistiu em mostrar como funciona o ramo da fotografia dentro do mundo da moda, colocando em foco pontos como mercado de trabalho, técnicas em lookbook e conceito, iluminação, desfiles, backstage, direção de modelo, entre outros. Para ministrar a roda de conversa, os convidados foram o fotógrafo de moda Daniel Aragão e a modelo e estudante de jornalismo Alana Oliveira.

No workshop, eles compartilharam um pouco das experiências vividas no mundo da moda e deram dicas de como aproveitar as oportunidades nesse campo. O ensaio de hoje mostra um pouco do resultado dos testes de iluminação e direção de modelo feitos durante o evento.

Texto: Maria Navarro

Confira a galeria

[Foto Legenda] Photonic realiza primeiro workshop de fotografia

Hoje, 13, aconteceu o primeiro workshop promovido pelo Photonic com o tema ‘Fotografia de Moda’. O evento contou com a presença de dois convidados com experiência no segmento: o fotógrafo e estudante de publicidade Daniel Aragão e a modelo e estudante de jornalismo Alana Oliveira. O objetivo do encontro foi aprimorar os conhecimentos dos estagiários sobre a fotografia desde a formulação conceitual até o posicionamento no mercado de trabalho.

Texto: Fernanda Façanha 

Workshop gratuito explora as produções de arte do cinema

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O projeto Imagem em Pensamento, realizado pelo Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB), promove amanhã, 20, curso de Produção de Arte e Objetos.

Tendo como objetivo apresentar a produção de arte e objetos para o cinema, o workshop aborda o conteúdo cinematográfico produzido no estado do Ceará.

O orientador do curso, Fábio Vasconcelos, já trabalhou na produção de arte de diversos filmes cearenses, além de possui experiência na área de direção e produção de arte e objetos.

Serviço

Local: Auditório do Centro Cultural banco do Nordeste (Rua Conde D’Eu, 560, Centro)

Horário: 15h às 18h

Inscrições: enviar nome completo e telefone para imagemempensamento@gmail.com

Texto: Andrezza Albuquerque 

Workshop de cinema fala sobre a construção de roteiro

Foto: Giovânia Alencar
Foto: Giovânia Alencar

Nesta quinta-feira, 23, o Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB) ofereceu o workshop Imagem em Pensamento sobre Roteiro de Cinema. A oficina foi mediada por Diego Benevides, que já trabalhou com crítica de cinema e na área de jornalismo cultural, estando atualmente fazendo estudos acerca da ficção audiovisual seriada.

Diego Benevides chama atenção nas dificuldades encontradas aos que estão iniciando seus trabalhos na área do cinema. “Quem faz filme independente padece de divulgação”, ele recomenda que os interessados em produzir filmes frequente festivais, mostras, exposições e eventos culturais para ter uma base do que está sendo produzido além do que a grande mídia oferece. “É bom que a pessoa assista de tudo um pouco, para aguçar o olhar”, acrescentou.

O facilitador do workshop falou sobre os diretores de filmes, chegando a perguntar nomes de cineastas que trabalham nesta área, obtendo vários nomes destacados pelos participantes da oficina. O mesmo não ocorre quando a pergunta é voltada aos roteiristas. Em alguns casos o roteirista também atua na direção, a exemplo de Quentin Tarantino, mas, não ocorrendo esta mútua função, eles são poucos lembrados. “Geralmente o diretor tem mais destaque, mas se o roteiro não for bom, o diretor não consegue salvar o filme”, ressaltou Diego Benevides.

Todo roteiro deve passar por um processo de amadurecimento, que consiste em um tratamento de constante leitura do texto, a fim de corrigir possíveis erros e aperfeiçoar as ideias que foram colocadas. Este procedimento tem tempo relativo, pode demorar de meses a anos, para Diego Benevides “existe o momento certo da divulgação”, que pode ser medida pela qualidade e segurança que o escritor tenha sobre o seu roteiro, da expectativa do público em volta do tema colocado na história que foi construída, entre outros fatores.

Para Diego Benevides a forma de contar a história é o diferencial do roteiro. “A história deve conter conflitos, lugares, cenas, relações, atos, músicas, personagens, entre outros elementos”. Para ele o roteiro é uma narração através de imagens, diálogos e descrições. Benevides destaca, ainda, a importância dos conflitos: “Um filme não existe sem drama”, mas faz ressalto, também, sobre as reviravoltas que o excesso de conflitos podem ocasionar. Ele acredita que muitas soluções conflituosas são encaradas como método enganoso pelo espectador, que fica na expectativa de apenas um desfecho e acaba recebendo vários. “Você não pode subestimar o seu público”, ele observa que as pessoas estão passando a apreciar o cinema como uma arte, e não como puro entretenimento.

 

Curtas exibidos no workshop

Diego Benevides exibe Alguém do Futuro, de Salomão Santana, chamando atenção ao hiato entre os diálogos, que dá um espaço de respiração e reflexão ao público. O Silêncio do Mundo, de Bárbara Cariry, mostra a possibilidade de executar um filme conceitual sem o uso de diálogos, o mediador do curso chama atenção também para as narrações contidas em muitos outros filmes: “A narração pode acabar com o filme, no cinema a gente tem que mostrar e não explicar.” O último curta foi Memórias Externas de Uma Mulher Serrilhada, de Eduardo Kishimoto, que mostra a boa administração de tratamento de sons, o filme é feito em película e faz uso de celular, webcam e câmera de vídeo.

 

Pontos fundamentais que o roteiro deve ter

Diego Benevides destacou alguns pontos básicos que o roteirista deve ficar atento na construção do seu texto. Primeiramente ele deve ter em mente o seu propósito bem definido. “O roteirista tem que saber a história que ele quer contar, se ele não conseguir entender a sua própria ideia, quem mais vai compreender?”, questionou.

Benevides afirma que todo filme deve ter três atos bem estabelecidos, que consiste no começo, meio e fim, porém o começo do filme não precisa ser necessariamente o início da história que foi criada. O primeiro ato serve para fazer uma apresentação dos personagens, levando cerca de 20 minutos nos longas e médias-metragens. “Alguns críticos de cinema falam que se nos primeiros 20 minutos você não se envolver com a história, pode desistir do filme”, falou, mesmo discordando desta linha de raciocínio. O segundo ato é o chamado “miolo do filme”, que vai mostrar os conflitos do personagem principal e suas experiências de vida. O terceiro e último ato funciona como desfecho, resolvendo os conflitos apresentados no clímax.

É preciso, segundo o facilitador do workshop, que o roteirista defina o gênero de sua história e depois estabeleça as necessidades que os personagens irão possuir. Ele alerta que depois da escolha do tema e dos personagens é importante que haja pesquisas sobre o assunto, para abrir possibilidades de ações e diálogos no filme. É interessante, também, que sejam criadas suspensões, diferente de suspense, “suspensão é o conflito que faz com que o público fique suspenso esperando a solução”, explicou Diego. Sobre a organização do perfil que os personagens devem ter, Diego falou que “criar uma biografia sobre cada personagem facilita na construção de situações e diálogos, além de ajudar o ator ou a atriz a sentir e compreender melhor o personagem”.

Para quem não tem noção da história que pretende construir, Diego Benevides instiga uma reflexão pessoal de acordo com a sua visão de mundo, seus sonhos, suas referências, suas experiências, as pessoas que você convive, que gosta e que não gosta. “A ideia de um filme pode surgir de qualquer lugar”, concluiu Diego.

Texto: Giovânia Alencar

Oficina de Pintura no Mundo Unifor

No dia 21 de outubro de 2009, durante o Mundo Unifor, todos poderão ser alunos do curso de Belas Artes por uma hora e quinze minutos, a partir das 15h no Auditório A02. Isto graças ao Workshop de Pintura, que será ministrado por Mauro Martins, professor, artista plástico e representante da Condor, empresa que fabrica pinceis.

Imagem: Sxc.hu
Imagens: Sxc.hu

O objetivo do workshop é apresentar diferentes tipos de pinceis, desde os mais simples, como os pinceis de base, até os pinceis mais complexos, como pinceis chanfrados. Os participantes da oficina também poderão aprender técnicas de pintura, pois haverá uma demostração dos efeitos que estas ferramentas proporcionam ao acabamento final de uma obra. Haverá demonstração de pintura gestual (feita a mão livre), onde o ministrante mostrará como dar volume em flores, rosas e outros objetos elementares.

A ideia surgiu a partir de um contato do artista plástico e também aluno do curso, Edu Oliveira, com a Condor. A empresa de pinceis disponibilizou seu representante, o artista plástico Mauro Martins, para mostrar os pinceis e suas respectivas utilidades. Edu apresentou a ideia ao Coordenador do Curso de Belas Artes, Carlos Velazquez, que achou a proposta bastante interessante. Em entrevista ao Blog do Labjor, Edu Oliveira explicou a importância desta oficina para os estudantes:

“O workshop facilita o acesso de pessoas que não sabem nada de técnica e até as incentiva a querer aprender.”

As inscrições para participar da oficina podem ser feitas no Unifor on line até o dia 24 de Outubro, ou enquanto houver vagas. De acordo com o professor Velazquez, 100 vagas foram disponibilizadas. Ao final do Mundo Unifor, o aluno poderá contar com um certificado que comprovará sua participação no evento. O documento será expedido aproximadamente no inicio de Dezembro de 2009.

Conheça um pouco mais sobre a Empresa Condor:

http://www.condor.ind.br/PinturaArtistica/

E seus pinceis:

http://www.condor.ind.br/PinturaArtistica/Produtos/Linha/297_Pinceis-Artisticos/

Logo-Mundo UniforTexto: Rachel Castelo Branco