Motivação incentiva aprendizado

Foto: Maria Navarro
Foto: Maria Navarro

A Universidade de Fortaleza tem como um dos seus objetivos acadêmicos o incentivo de metodologias pedagógicas que aproximem alunos e professores. A Supervisão de Monitoria e o Programa Tutorial Acadêmico do Centro de Ciências Jurídicas, Centro de Ciências da Saúde e Centro de Ciências da Comunicação e Gestão oferecem aos alunos os Grupos de Estudo Dirigido (GED).

A responsabilidade de gerir o grupo fica sob o dever de um estudante, que controla a frequência e organiza as atividades, principalmente as práticas, sempre de acordo com o que a disciplina exige. A relação entre monitor e professor é essencial para o sucesso do GED. Eles incentivam os alunos a comparecerem à atividade extracurricular, criando assim, um espaço para debates, auxiliando os conteúdos vistos em sala de aula.

“O GED tem o papel da gente poder passar o que aprendemos no curso para os alunos. Podemos fazer coisas mais avançadas para que eles desenvolvam o que aprenderam em sala de aula”, declara Júlio Rodrigues monitor do Gincango, o grupo de estudos dirigidos da disciplina Introdução a Computação Gráfica.

Foto: Maria Navarro
Foto: Maria Navarro

Quando o aluno apresenta uma frequência assídua, ele recebe um certificado e créditos extras, podendo usá-lo na disciplina de atividades complementares. Os Grupos servem também para motivar os alunos a buscarem mais conhecimento. Todo estudante da Unifor pode frequentar qualquer Grupo de Estudo Dirigido, mesmo quando a disciplina não faça parte de sua grade curricular.

“A minha experiência foi de bom proveito. O grupo não tinha um plano especifico, era apenas complementar à aula. Reproduzimos os mesmos passos do processo com aplicações diferentes, como um reforço”, diz o aluno Olavo Oliveira, que frequentou o Gincango.

O nível de procura dos GEDs é oscilante, já que o período de maior busca são os que antecedem trabalhos e NPs. Atualmente, existem 28 GEDs formados pelo Centro de Comunicação e Gestão (CCG), além de outros grupos que são criados às vésperas das provas.

Elisberg Bessa, um dos coordenadores do GED. Foto: Pedro Vinícius
Elisberg Bessa, um dos coordenadores do GED. Foto: Pedro Vinícius

Há também a possibilidade dos representantes de turma criarem um Ged, se estiver de acordo com o professor da disciplina e com o apoio dos alunos. “Eu costumo dizer que não há Grupo de Estudo Dirigido forçado, pois os alunos procuram os grupos por vontade própria e isso é o diferencial para que o sucesso aconteça”, declara o Professor Elisberg. Ele ressalta, ainda, que outro fator para obter o êxito é a escolha de horários alternativos mais acessíveis para os alunos, como os intervalos entre as aulas.

Observa-se que os resultados são percebidos no acompanhamento das notas dos alunos, aparentemente, aqueles que entraram no GED apresentam um desempenho melhor que os outros.

“Esse semestre, a procura pelo grupo de estudo dirigido da cadeira de Introdução a Computação Gráfica foi maior. Em função disso, as turmas apresentaram boas surpresas, elas têm atendido às expectativas. Nós, professores da disciplina, estamos mais motivados pelos alunos responderem bem a este processo e com isso aplicamos trabalhos mais desafiadores”, assegura o professor Aderson Sampaio.

Para mais informações, os interessados devem se dirigir à sala Q1 ou ligar 34773081. Veja também a tabela abaixo que contém as disciplinas que ofertam Grupos de Estudos Dirigidos pelo CCG.

GED

Texto: Edinardo Coelho e Fernanda Façanha

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